Clube Naval de Portimão adia de novo conclusão das eleições e cria Comissão de Gestão

A Mesa da Assembleia Geral do Clube Naval de Portimão adiou mais uma vez, para dia 30 de Junho, a […]

A Mesa da Assembleia Geral do Clube Naval de Portimão adiou mais uma vez, para dia 30 de Junho, a «continuação e encerramento da Assembleia Eleitoral», interrompida no passado dia 26 pelo presidente da Mesa, alegando «graves irregularidades».

A decisão foi tomada ontem, depois de José Casimiro, atual presidente da Mesa da AG e que se recandidatava ao mesmo cargo pela Lista A, ter renunciado à sua integração naquela lista, desistindo, portanto, de ser candidato nas eleições por terminar. Também o sócio António Baliza Monteiro se desvinculou da Lista A.

Para este sábado, dia 2, estava marcada a continuação da Assembleia Eleitoral, mas os membros da Lista A já tinham comunicado que se retiravam, pelo que nenhum elemento dessa lista esteve presente.

Segundo comunicado da Mesa da AG ainda em funções, foi, no entanto, recebido um «pedido de esclarecimentos» do sócio Miguel Farinha (candidato a presidente da Direção peça Lista A), sendo que a resposta dada pelo presidente da AG lhe foi enviada «por registo postal para o seu endereço».

Na sequência de todo este imbróglio, foi decidido criar uma Comissão de Gestão, constituída por «membros dos órgãos sociais cessantes», nomeadamente Tito Januário (o presidente cessante do CNP), Joaquim Ferreira e José Casimiro.

A Comissão de Gestão destina-se a assegurar «a prática dos atos de gestão corrente até que o ato eleitoral esteja concluído».

As eleições deverão então ser concluídas a 30 de Junho, entre as 14 e as 17h00.

Apesar de o CNP assegurar, no email de envio do comunicado, que «tudo se passou com a mais elevada cordialidade, sem qualquer tipo de confusão», a verdade é que há um clima de suspeição dentro do Clube Naval. O comunicado de ontem demonstra isso mesmo, ao sublinhar que os membros da Comissão de Gestão «devem, de imediato, diligenciar no sentido de ser impedido o acesso de quaisquer pessoas estranhas à Comissão às instalações e equipamentos do CNP, designadamente os emails, servidores e câmaras de vigilância».

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