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Momentos altos (e em altura) não faltaram no MED 2016 (com fotos)

Dubioza KolektivRuas cheias, sorrisos rasgados em pessoas de todas as idades, desde crianças de colo aos mais idosos e uma sucessão de momentos altos que, em alguns casos, se passaram alguns metros acima do solo. Ao longo de três dias, o Festival MED 2016 encheu as ruas e largos do centro histórico de Loulé de música do mundo, dos mais variados estilos. E, apesar desta ser já a 13ª edição do evento, o público não deixou de ser constantemente surpreendido, não só pelos artistas em palco, mas também em locais improváveis do recinto.

Uma das atuações mais aclamada foi a da banda Dubioza Kolektiv, da Bósnia-Herzegovina, que colocou em palco tudo aquilo que se esperava: muita energia, irreverência e uma boa dose de loucura, não fosse esta uma banda que funde as tradições balcânicas com o punk/rock. Os músicos apelaram constantemente à participação do público, a assistência correspondeu e o vocalista da banda acabou em cima da massa humana, a ser levado em braços.

Este foi apenas um dos muitos espetáculos que criaram sensação, no MED 2016. O festival louletano contou com a presença de dezenas de bandas vindas dos cinco continentes, com nomes sonantes da world music, alguns dos quais marcaram presença, pela primeira vez, em Portugal.

Tinariwen, Blick Bassy, Sonido Gallo Negro, Alo Wala, Shantel, Dona Onete, Moh! Kouyaté, Hindi Zahra, Emicida e Danakil são alguns exemplos dos artistas internacionais que estiveram, no fim-de-semana, em Loulé. Mas também houve muita música portuguesa, proporcionada por Capicua, Isaura, António Zambujo, Aldina Duarte, Rocky Marsiano, Marafona e Fandango, entre outros.

Ana Tijoux

Ana Tijoux

«Relativamente ao ano passado, em que assistimos a uma edição fabulosa que elevou bastante a fasquia, tínhamos as expetativas altas e conseguimos alcançar os objetivos. Tivemos uma casa cheia de público, concertos que ficarão para sempre na mente de quem aqui esteve, proporcionando experiências únicas», considerou o presidente da Câmara de loulé Vítor Aleixo.

O edil louletano lembrou ainda o impacto que o evento tem na economia local, já que «arrastou, mais uma vez, milhares de visitantes, que durante estes dias deram uma dinâmica muito importante à restauração, ao comércio e às unidades hoteleiras não só da cidade como também do concelho».

Para esta dinamização, muito ajudou a animação de rua e os concertos improváveis, que são cada vez mais uma imagem de marca do Festival MED. Ao cruzar as ruas ou ao desembocar num largo, o público era constantemente surpreendido por performances, fosse de teatro, de instrumentos de sopro e de cante alentejano. Até houve uma banda musical que atuou “empoleirada” no telhado e na torre do Mercado Municipal de Loulé, por cima da entrada principal do recinto, à laia de comissão de boas vindas.

 

Vejas as fotos do Festival MED 2016:

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