Junta aplaude barcos todo o ano para o Farol, mas também quer para os Hangares e Culatra

União de Freguesias de Faro também aplaudem novo cais nos Hangares

A União de Freguesias de Faro (UFF) aplaude e «reconhece» a instalação de um novo cais nos Hangares e a extensão das carreiras de barco para o núcleo do Farol da ilha da Culatra, a partir da capital algarvia, durante o Inverno, mas quer que a empresa responsável pelas carreiras leve mais longe o seu esforço.

Numa nota de imprensa, a autarquia de Faro saudou a decisão do operador de manter as viagens para o Farol durante todo o ano, mas espera «que este importante avanço seja o primeiro passo, para se efetuarem carreiras de barco, com regularidade, também para a Culatra e Hangares, como aliás foi discutido e aprovado em moção na última Assembleia de Freguesia».

Entretanto, a Docapesca, com a autorização da Marinha, instalou um novo cais no núcleo dos Hangares, que passa a permitir a este núcleo piscatório o acesso condigno e em maior segurança de embarcações de transporte de passageiros.

«Esta era uma pretensão que esta autarquia tinha porque, consideramos, que as nossas ilhas barreira têm excelentes praias, há inúmeras atividades que aqui se podem desenvolver, não só nos meses de Julho e Agosto, mas sim durante todo o ano, como por exemplo percursos pedestres, turismo de natureza, apreciar a genuína gastronomia local, praticar desportos náuticos ou de areia, ou simplesmente passear e conhecer estes núcleos habitacionais, não fazendo qualquer sentido que os farenses (e aqueles que nos visitam) ficassem impedidos por ausência de transportes públicos (neste caso ligação via marítima) de fruírem das condições naturais existentes no seu concelho e freguesia», enquadrou Bruno Lage, presidente da UFF.

Para além disso, refere o autarca, «o facto de Faro ter recebido a certificação de “Estação Náutica”, que a torna uma cidade que se quer voltada para o mar e para o mundo da náutica, aliado ao aumento do fluxo de turistas em Faro, requer também mais exigências e ofertas de modo a termos uma cidade mais funcional, mais hospitaleira, com maior interação marítima e com boas acessibilidades onde a Ria Formosa e as ilhas barreira, como ex-líbris de Faro e do Algarve, não podem ficar esquecidas nem negligenciadas».

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