Investigadores da UAlg tentam desvendar processos que levam o cancro a resistir aos tratamentos

Uma equipa de investigadores do Centro de Investigação em Biomedicina da UAlg está a tentar perceber os processos que conduzem […]

Uma equipa de investigadores do Centro de Investigação em Biomedicina da UAlg está a tentar perceber os processos que conduzem à resistência das células cancerígenas aos tratamentos.

O grupo, liderado por Wolfgang Link, está a investigar «a função de determinadas proteínas, para perceber por que motivo a quimioterapia é, literalmente, “cuspida” das células tumorais antes de ter qualquer efeito benéfico para o paciente», segundo a Universidade do Algarve.

A UAlg lembra que se estima «que uma em cada três pessoas sofrerá de doença oncológica nos próximos anos e que uma em cada quatro morrerá por consequências dela».

«A principal causa de morte é a resistência à quimioterapia – principal objeto de estudo dos investigadores do Laboratório de Sinalização Celular, do Centro de Investigação em Biomedicina da Universidade do Algarve», enquadrou.

No fundo, acrescentou a instituição, há células que desenvolvem «uma espécie de “superpoderes”, que as tornam imbatíveis mesmo com a utilização dos melhores e mais sofisticados fármacos». Desta forma, os investigadores procuram compreender «as diferenças entre a “linguagem” utilizada pelas células tumorais e pelas células saudáveis, de modo a tentar tornar a luta contra o cancro mais eficaz».

A partir do momento em que sejam compreendidos os processos em causa, será possível criar novas estratégias de combate à doença e refinar os tratamentos já existentes.

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