ETIC_Algarve e Quasetudo fazem parceria e querem criar 100 postos de trabalho até final de 2016

A ETIC_Algarve estabeleceu uma parceria com a empresa de multi-serviços de comunicação para empresas Quasetudo, que pretende alterar a forma […]

Etic (Small)A ETIC_Algarve estabeleceu uma parceria com a empresa de multi-serviços de comunicação para empresas Quasetudo, que pretende alterar a forma como Micro, Pequenas e Médias Empresas algarvias comunicam. O acordo pretende criar mais de 100 postos de trabalho até final de 2016.

A ETIC_ Algarve vai assegurar «enquanto fornecedor exclusivo, a realização de todos os conteúdos nos diversos suportes oferecidos,  abrangendo a totalidade das áreas em que damos formação, nomeadamente fotografia, vídeo, design, webdesign e desenvolvimento de sites, áudio, aplicações web e mobile», revela Nuno Ribeiro, diretor da escola.

A Quasetudo «é uma marca especializada na gestão de multi-serviços de Comunicação para Empresas, na área das novas tecnologias e que, de forma transversal, pretende dotar as Micro e PME do Algarve de estratégias de Marketing e Comunicação, implementando serviços que podem ir desde a criação, desenvolvimento e gestão de websites, passando pela produção de audiovisuais (vídeo e/ou foto), projetos de webdesign, marketing e publicidade, aplicações multimédia e até organização e gestão de eventos», explica a ETIC_Algarve em nota enviada às redações.

A parceria surge da consciência «das dificuldades que as empresas nacionais atravessam e da gestão minuciosa e cuidada necessária para ultrapassar estes momentos conturbados, em que a implementação ou consolidação de uma empresa no mercado é cada vez mais exigente», por isso o projeto quer apresentar «soluções que pretendem “dar voz” às empresas algarvias».

Nuno Ribeiro explica que o estabelecimento desta parceria permite «mais uma vez concretizar a filosofia que a escola tem do “saber fazer praticando”» e adianta que «para a execução deste projecto iremos envolver formandos e ex-formandos, promovendo desta forma uma efetiva integração no mercado de trabalho».

Segundo a escola, com este projeto, «o que antes era interdito às Micros e PME, pelos elevados custos associados, fica acessível à generalidade das empresas algarvias por “quase nada”».

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