ARCM e te-Atrito levam 500 espetadores ao Lethes em três meses

O grupo de teatro algarvio te-Atrito e a Associação Recreativa e Cultural de Músicos (ARCM) levaram cerca de 500 pessoas […]

O grupo de teatro algarvio te-Atrito e a Associação Recreativa e Cultural de Músicos (ARCM) levaram cerca de 500 pessoas ao Teatro Lethes, em Faro, de abril a junho, números que até podiam ser mais elevados «se a ARCM e o te-Atrito tivessem uma estrutura e apoios que permitissem uma maior divulgação».

Segundo as duas estruturas culturais, durante os três meses que garantiram a programação no Teatro Lethes «toda a produção, a promoção dos espetáculos e o custo das licenças, estiveram a cargo dos organizadores, que assim, e apesar das conjunturas nacional e regional adversas, continuam a tentar contribuir para que Faro seja um concelho em que a cultura em geral e o teatro em particular façam parte da vida das pessoas».

«A ARCM e o te-Atrito estão em consonância com Almeida Garret: “O teatro é um grande meio de civilização, mas não prospera onde a não há”», lê-se num comunicado enviado pelas duas estruturas às redações.

As duas estruturas, que se juntaram para levar ofertas culturais não só ao Lethes mas também à freguesia farense de Estoi, fizeram o balanço dos três meses em que garantiram programação independente no concelho de Faro.

Desde o início de abril até final de junho, a ARCM e o te-Atrito levaram ao Lethes «três das suas peças em seis espetáculos: “Tomai Lá Do Que é Bom” – contos erótico-cómicos, para maiores de 16 anos; “As Artimanhas de Modê Ali”, para maiores de seis anos; e  “O Varredor de Marés”, destinada ao público infantil».

A programação pensada pelos dois agentes culturais algarvios incluiu ainda a peça do grupo de teatro juvenil TV- Teatro Vilão, coordenado pelo te-Atrito desde 2006, «Quem Tu Não Queres Que Eu Seja».

«Por último, a ARCM produziu o projeto da Associação Oncológica do Algarve, tendo o te-Atrito apresentado a peça “Histórias para Crianças Mal Comportadas”, numa sessão em que também participaram o ilusionista Ângelo, o humorista Luís Rocha e o duo Amar Guitarra, com João Cuña e Luís Fialho», acrescentam a ARCM e o te-Atrito.

«Por outro lado, e numa perspetiva de descentralização cultural, foi estabelecida uma parceria com a Junta de Freguesia de Estoi que se concretizou na apresentação de dois espectáculos no Cinema Ossónoba -“Tomai Lá Do Que É Bom” e “As Artimanhas de Modê Ali”, com um total de 65 espectadores – e ainda na comemoração do Dia Mundial da Criança que contou com a representação do “Varredor de Marés” para cerca de 200 pessoas e que levou ao centro de Estoi os alunos do pré-escolar e 1º ciclo da freguesia», revelaram.

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