pub
Imprimir

História de pedras tumulares oitocentistas contada em São Brás de Alportel

A «história guardada nas pedras tumulares» de São Brás de Alportel, numa sessão de apresentação do estudo e inventariação “O Conjunto Lapidar do Adro da Matriz de São Brás de Alportel”, que decorrerá na sexta-feira, dia 10 de Novembro, às 18h00, no centro de Acolhimento da Calçadinha.

E o que as mais de meia centena de lápides tumulares existentes no adro da Igreja Matriz de São Brás de Alportel revelaram é que se «pode estar perante o mais numeroso conjunto de lápides de cronologia oitocentista existente na região algarvia», segundo a Câmara de São Brás de Alportel.

Ou seja, este estudo, a cargo de Marco Sousa Santos, investigador e historiador de arte, permitiu ficar a conhecer melhor «um valioso legado histórico, que importa conhecer e valorizar».

A partir daqui, a autarquia são-brasense pretende pôr em marcha «um projeto de preservação e valorização histórica e turística deste elemento de interesse patrimonial do concelho».

«Provenientes do antigo cemitério público da freguesia, que se situava também nas proximidades e foi desativado para dar lugar à ampliação da igreja matriz, estas lápides terão sido depositadas neste espaço algures no início do século XX, constituindo um testemunho importante da história contemporânea da então freguesia», enquadrou a autarquia.

«Em termos cronológicos, o conjunto de pedras tumulares em estudo abrange o período de cerca de 20 anos que decorre de 1873 até 1895. Narra a História que até 1801 os enterramentos realizavam-se ainda no interior da Igreja e posteriormente no cemitério antigo, a sul da Igreja, o qual haveria de dar lugar, em 1895, ao novo Cemitério que hoje conhecemos», concluiu a Câmara de São Brás de Alportel.

Comentários

pub