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Tecnovia reforça produção no Algarve com compra da pedreira do Escarpão

A Tecnovia, empresa do setor da construção, comprou a pedreira de calcário da Quinta do Escarpão, em Ferreiras (Albufeira), num investimento de 500 mil euros que vem reforçar a sua presença no Algarve. Por agora, já foram criados 14 postos de trabalhos, mas o número pode atingir os «20 a 25». 

A previsão é avançada por Alexandre Pereira, diretor de indústria da Tecnovia, que explicou ainda ao Sul Informação o que vai produzir a pedreira: «vamos vender britas, areias, pó de pedra e tout-venant».

A compra da exploração da pedreira custou os tais 500 mil euros à Tecnovia, mas há «mais investimentos a fazer», revelou aquele responsável.

O objetivo é que a pedreira produza 300 mil toneladas por ano. Para o futuro, a intenção é «aumentar a oferta industrial da Quinta do Escarpão para também termos uma central de betão e betuminosa», disse Alexandre Pereira.

É que esta pedreira de calcário, anteriormente explorada pela empresa Costa&Costa, «visa dar resposta às necessidades do mercado da construção no Algarve».

Certo é que a pedreira já está «a laborar, a vender e a angariar clientes», entre os quais algumas Câmaras Municipais algarvias.

Segundo a Tecnovia, o objetivo é «continuar a contribuir ativamente para a economia e para o mercado de trabalho desta região de Portugal».

Até porque a empresa «tem ADN algarvio», disse o diretor de indústria da Tecnovia ao nosso jornal. «Fomos a primeira empresa a ter uma central betuminosa no Algarve, estivemos na construção da A22, por exemplo», exemplifica.

Os materiais produzidos pela Tecnovia foram aplicados ainda nas obras do Aeroporto de Faro.

Sob o lema “Fazemos Mais do que imagina”, a Tecnovia, com este novo centro de produção no interior do concelho de Albufeira, diz que se afirma «cada vez mais como um dos maiores fornecedores de agregados, de misturas betuminosas e de betão pronto do país, fortalecendo a sua atividade no setor da construção».

No Algarve, a Tecnovia já tem uma central de betão e betuminosa, em São Bartolomeu de Messines, e um estaleiro de produção, em Loulé.

 

 

 

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