Universidade do Algarve acolhe lançamento de livro do economista Lino Fernandes

O livro «Portugal 2015: uma segunda oportunidade? Inovação e desenvolvimento», do economista Lino Fernandes, vai ser lançado na quinta-feira, numa […]

Livro Portugal 2015 Lino FernandesO livro «Portugal 2015: uma segunda oportunidade? Inovação e desenvolvimento», do economista Lino Fernandes, vai ser lançado na quinta-feira, numa sessão que terá lugar no Auditório da Faculdade de Economia (Edifício9), do Campus de Gambelas da Universidade do Algarve, às 14h30.

Neste livro, o autor apresenta a experiência da Agência de Inovação, à qual presidiu, «no acompanhamento do enorme fluxo de projetos que promoveram a valorização económica dos resultados de I&D».

A Universidade do Algarve, através da Faculdade de Economia e do CRIA-Divisão de Empreendedorismo e Transferência de Tecnologia, associa-se ao lançamento do livro, por considerar que se trata de «uma obra de relevância».

Lino Fernandes, licenciado em Economia pelo ISCEF (atual ISEG), teve uma carreira inserida em gabinetes de planeamento e serviços de estudo (GEBEI, Ministério do Plano, e JNICT, Ministério da Ciência), tendo sido presidente da Agência de Inovação de 1996 a 2002 e de 2005 a 2012.

 

Sobre a obra:

«Trinta anos de intenso investimento, com retorno a longo prazo, na modernização das infraestruturas de base, na construção de um serviço de saúde, na formação de recursos humanos, no desenvolvimento da capacidade C&T, explicam, em parte, a crise financeira do país, mas criaram as condições para a superar, colocando-nos em melhor posição para aproveitar as oportunidades que se estão a abrir com as mudanças da geografia económica e a evolução tecnológica.
As empresas passaram a principal investidor em I&D, beneficiando de um persistente apoio público, que atingiu o pico em 2010. Muitos desses investimentos estarão agora na fase final. A sua chegada ao mercado será um passo importante para o desenvolvimento em novos moldes e para a consolidação da teia de relações de cooperação criadas com as universidades.

O reposicionamento geoeconómico abre novos horizontes para o seu sucesso nos mercados. Alguns desses resultados possibilitarão uma nova articulação de outras políticas públicas, como as políticas sociais e do desenvolvimento regional, com a melhoria da competitividade internacional.

Para tirar partido das novas oportunidades precisamos de novas políticas. Chegámos a uma encruzilhada. O nosso futuro, para as próximas décadas, será determinado pelas escolhas que assumirmos agora. As oportunidades que se abrem têm uma janela temporal limitada para serem aproveitadas e não são reversíveis».

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