Incêndios em áreas protegidas queimaram menos um décimo do habitual

Ministério diz que estes números «confirmam que a estratégia para a prevenção estrutural contra incêndios deu resultados»

Os incêndios, ocorridos ao longo deste ano nas áreas protegidas, queimaram menos um décimo do habitual, anunciou esta sexta-feira, 15 de Novembro, o Ministério do Ambiente e Ação Climática. 

Este ano registaram-se 384 incêndios florestais nas áreas protegidas e a área ardida foi de cerca de mil hectares.

A área ardida em 2019 foi, assim, cerca de um décimo da média registada nas últimas duas décadas (1800 hectares por ano).

Em nota de imprensa, o Ministério diz que estes números «confirmam que a estratégia para a prevenção estrutural contra incêndios deu resultados».

«Entre 2017 e 2019, as equipas das áreas protegidas foram reforçadas com 75 novos elementos do Corpo Nacional de Agentes Florestais (CNF´s), e com 75 novos vigilantes da natureza», exemplifica.

Já em 2017, lançou-se o projeto-piloto de combate estrutural aos incêndios no Parque Nacional da Peneda-Gerês.

Em 2018, o projeto-piloto foi alargado a mais cinco áreas protegidas e, em 2019 a oito novas áreas. Neste momento há projetos em curso em 14 áreas Protegidas.

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