Caravela Boa Esperança volta a Sevilha para promover o Algarve

Para celebrar o aniversário da primeira viagem à volta do mundo, a Região do Turismo do Algarve e a Fundación […]

caravela em espanha_2Para celebrar o aniversário da primeira viagem à volta do mundo, a Região do Turismo do Algarve e a Fundación Nao Victoria levaram até Sevilha um dos barcos mais emblemáticos da história de Portugal, a Caravela Boa Esperança, que estará aberta ao público para visitas, com entrada gratuita, até amanhã, 10 de Setembro.

Hoje, dia 9, pelas 19h30, terá lugar um showcooking de cataplana algarvia a bordo da caravela, com o fim de promover os sabores da gastronomia regional e a dieta mediterrânica em terras espanholas.

Preparado por uma equipa do restaurante Tertúlia Algarvia, este showcooking será destinado à imprensa local e a entidades oficiais.

A ocasião servirá ainda para apresentar o programa “365 Algarve” ao mercado espanhol. Este programa de valorização turística e promoção do território pretende reforçar e qualificar a programação cultural da região entre outubro e maio, fora da época alta do turismo algarvio, assegurando um calendário de iniciativas que possa garantir atração de turistas, nacionais e internacionais, durante todo o ano.

«A Caravela Boa Esperança rumou uma vez mais até águas espanholas, com o intuito de levar não só as nossas glórias de um passado descobridor, mas também para promover e divulgar o destino algarvio e a sua oferta cultural. Acreditamos que este tipo de abordagem, mais original, estimulará o interesse do público espanhol, um dos principais mercados emissores de turistas do Algarve, que foi responsável por 300 mil dormidas na região no primeiro semestre de 2016», refere Desidério Silva.

A primeira viagem de circum-navegação do mundo saiu do porto de Sanlucar de Barrameda, na foz do Guadalquivir, em 1519, capitaneada pelo português Fernão de Magalhães, ao serviço do rei de Espanha. A viagem, que levou os marinheiros a percorrer 42 mil milhas marítimas, mais de metade delas por mares verdadeiramente nunca antes navegados, terminou em Setembro de 1522, com o regresso a terras espanholas, já então capitaneada por Juan Sebastian Elcano, uma vez que o português Magalhães tinha morrido durante uma batalha em Cebu, nas atuais Filipinas.

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