Morreu José Luz Santos, fundador da CÍVIS

José Luz Santos notabilizou-se pela sua ação cívica e no campo da cultura.

Morreu José Luz Santos, fundador da CÍVIS – Associação para o Aprofundamento da Cidadania e que se notabilizou pela sua ação cívica e no campo da cultura.

O farense José Luz, que completava em 2020 85 anos, foi um «autodidacta, atento aos caminhos do mundo, interveniente activo e empenhado na vida da sua terra e do seu País, cedo iniciou a sua atividade cívica e política», segundo a Civis.

«Deixou-nos memórias em obra escrita no que foi a sua atividade de operário da palavra, semeada em todos os espaços em que pudesse germinar. Na imprensa, em conferências, seminários e congressos, em reuniões e conversas, onde as causas da cidadania fossem tema, havia sempre um lugar ocupado pelo José da Luz», descreve a associação.

 

Breve nota biográfica:

José Luz Santos nasceu em Faro em 1935.

Da sua atividade cívica, iniciada em 1964 como membro da direção do Sporting Clube Farense, consta também a sua intervenção no Movimento Pró-Universidade do Algarve como membro do Círculo Cultural do Algarve, cujos órgãos sociais integrou em Fevereiro de 1974. Sócio Fundador da COOPPOFA em 1976, Sócio Honorário do Cineclube de Faro em 1997. Sócio fundador da CÍVIS – Associação para o Aprofundamento da Cidadania e do Círculo Teixeira Gomes – Associação pelo Algarve em 1997.

Em 1998 integrou o “Movimento Sim Pela Regionalização, Sim ao Algarve”.

Membro Honorário da AIESEC – Association Internationale des Etudiants en Sciences Economiques et Commerciales de Faro, Universidade do Algarve (2001).

Amigo nº 6 da Orquestra do Algarve (2002).

Recebeu a placa comemorativa “Culture of Excellence” do 15º Aniversário da AIESEC de Faro – Universidade do Algarve (2006).

Recebeu a placa de Sócio Honorário nas comemorações do 50º Aniversário do Cineclube de Faro

Em 2007 recebeu a Medalha de Mérito Municipal – grau Ouro do Município de Faro.

Como comunicador e defensor de causas inicia a colaboração, com alguma regularidade, na imprensa algarvia publicando artigos de opinião a partir de 1971, sendo nomeado correspondente da RTP na área da informação em 1974.

Participou civicamente com inúmeras comunicações sobre índoles diversos e coordenado a edição de vários livros.

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