Grávida teve de ser transferida para Évora por carência das maternidades no Algarve

Maternidade de Faro já estava lotada e a de Portimão estava…fechada

Uma mulher, grávida de 28 semanas, teve de ser transferida, na madrugada deste domingo, 7 de Julho, de Portimão para Évora por «falta de resposta nas unidades do Algarve». 

A situação foi denunciada pelo Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e o Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA) confirmou, à SIC, a situação.

O bloco de partos da Maternidade de Portimão esteve, este fim de semana, encerrado devido ao «facto de não ser possível garantir o apoio de pediatra com competências na área da neonatologia na referida unidade», justificou o CHUA.

Por isso, só a Maternidade de Faro funcionou e, quando esta grávida lá chegou, os internamentos já estavam lotados.

Na mesma nota, o CHUA refere que está a decorrer «um concurso nacional para admissão de pessoal médico para área hospitalar, encontram-se abertas duas vagas para pediatras».

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