Algarve teve mais hóspedes, mas menos dormidas em Setembro

Mercado nacional teve subida de 19,7%

Créditos: Depositphotos

O Algarve teve mais hóspedes, em Setembro, mas menos dormidas do que no mesmo mês do ano passado. De acordo com informação do Instituto Nacional de Estatística, no nono mês do ano, ficaram nos estabelecimentos hoteleiros do Algarve 522 mil hóspedes, mais 3,6% do que em 2017, e houve perto de 2,3 milhões de dormidas, menos 0,7% do que no mês homólogo.

De acordo com o INE, o Algarve destacou-se na procura interna, uma vez que as dormidas de residentes em Portugal aumentaram 19,7%, enquanto as dormidas de não residentes diminuíram 6,1%.

Apesar da diminuição das dormidas, os proveitos totais cresceram acima da média nacional, na ordem dos 3,3%, e atingiram 143,1 milhões de euros. Os proveitos por quarto cresceram 2,8%, ascendendo a 107,4 milhões de euros.

Já o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se em 79,1 euros, o que se traduziu num aumento de 1,5%. A estada média (4,38 noites) diminuiu 4,2% e a taxa-líquida de ocupação-cama (66,2%) recuou 1,4 pontos percentuais.

João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve, assinala «a boa performance do destino em Setembro, sobretudo atendendo à conjuntura atual do nosso principal mercado emissor [Reino Unido]. Entre os turistas estrangeiros que procuraram Portugal para férias, o Algarve alcançou uma quota de mercado próxima dos 40% nas dormidas, que somaram mais de 1,7 milhões, às quais se juntaram mais de meio milhão de dormidas de turistas portugueses, estes com um crescimento enaltecido pelo INE e muito próximo dos 20%»».

De acordo com INE, entre Janeiro e Setembro, a hotelaria algarvia acumula 3,5 milhões de hóspedes (+0,8% face ao período homólogo do ano anterior). Já o número de dormidas fixou-se nos 15,8 milhões (-1,8%). Os proveitos totalizam 939,8 milhões de euros (+4,1%).

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