Cineteatro de Tavira deverá abrir «no último trimestre do ano»

Obras começaram em 2018

Foto: Beatriz Bento | Sul Informação

Quando abre o Cineteatro António Pinheiro, em Tavira? «Essa é a pergunta de 1 milhão neste momento. Toda a gente quer muito saber quando abre e é o que mais me questionam», admite Ana Paula Martins, presidente da Câmara de Tavira, salientando que, neste momento, tudo aponta para o último trimestre do ano.

Para quem passa na Rua Dr. Marcelino Franco, o Cineteatro António Pinheiro parece finalizado há muito tempo: a fachada está concluída, não se vê movimentações de obras nem qualquer trabalho no exterior, mas, lá dentro, ainda há muitos pormenores a tratar.

«Neste momento, estamos a fazer o teste de todos os equipamentos (AVAC, luzes e som). Após esses testes, que ainda vão demorar, temos que ultimar as medidas de autoproteção do espaço, remeter essas medidas para a apreciação da Autoridade de Emergência e Proteção Civil e depois tem que ser feita a vistoria pela equipa nacional deles. De seguida, vamos ainda ter que ter uma vistoria da Inspeção Geral das Atividades Culturais»,explica Ana Paula Martins.

Devido a todas estas condicionantes, a autarca diz que não é possível «dar uma previsão, porque não está dependente de nós», além de que «o país pára no mês de Agosto e, portanto, nenhuma destas instituições, que são públicas, nos vão dar respostas».

 

Foto: Beatriz Bento | Sul Informação

 

As obras no Cineteatro António Pinheiro começaram em 2018 e, desde aí, as datas de previsão de abertura já foram muitas, mas a autarca relembra que, em todos estes anos, houve limitações que impediram as coisas de avançar.

«Logo no início, tivemos uma paragem muito grande, de cerca de sete meses, por causa da arqueologia. Depois houve a pandemia de Covid, que parece que foi há muito tempo, mas trouxe muitas limitações que impediram a obra de avançar, principalmente porque os empreiteiros eram da zona de Coimbra. E não nos podemos esquecer também da Guerra da Ucrânia, que trouxe um problema de materiais», realça a edil.

«Eu percebo que as pessoas têm essa ansiedade e não se lembram já disto, porque o que a gente fixa na nossa memória é sempre o mais recente. Mas contamos ter novidades no último trimestre do ano», remata Ana Paula Martins.

 

 

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