Terras do Infante e caçadores unem-se na gestão florestal contra incêndios

Projeto tem um investimento total é de 70 mil euros

A Associação de Municípios Terras do Infante e nove Associações/Clubes de caça juntaram-se para gerir as florestas contra incêndios, cerca 240 hectares de espaços florestais, acrescidos de mais de 56 quilómetros de conservação e beneficiação de caminhos florestais/rurais e aceiros.

De acordo com a Terras do Infante, «as associações/clubes de caçadores são gestores de proximidade de grandes áreas de territórios rurais no âmbito das suas atividades de gestão cinegética, tendo um conhecimento específico quer do território, quer no contato direto com os proprietários, factos que tornam todo este trabalho de utilidade pública mais célere e eficaz».

Este ano, as entidades parceiras nestes contratos-programa são a Associação de Caçadores Fome Aguda, a Associação de Caçadores do Carvalhinho e Rochedom a Associação de Caça Atalaia, a Associação de Caça e Pesca S. Gonçalo, o Clube Caça e Pesca Moinho do Coreino, o Clube de Caça e Pesca da Lagoa Sobrosa, o Clube de Caça e Pesca do Concelho de Aljezur, o Clube de Caça e Pesca do Concelho de Vila do Bispo e o Clube Cultural e Recreativo “Os Amigos da Carrapateira”.

A Terras do Infante salienta ainda que «estes contratos-programa têm, comprovadamente, permitido a conciliação destas intervenções com os diversos trabalhos de campos de alimentação das espécies cinegéticas, e complementam e mantêm outras várias intervenções realizadas pela Terras do Infante – Associação de Municípios e respetivos municípios, seja com recurso aos Sapadores Florestais, aos respetivos serviços municipais ou pela contratação de serviços externos para realizar silvicultura preventiva a fogos rurais».

Além disso, serão criadas descontinuidades dos combustíveis vegetais existentes em locais estratégicos, validados pelas estruturas de Proteção Civil de Aljezur, Lagos e Vila do Bispo, com base na Cartografia de Perigosidade de incêndio rural e avaliação da carga e continuidade dos combustíveis, instaladas faixas laterais de segurança de caminhos rurais e beneficiação de plataformas de circulação de vias e aceiros.

O investimento total é de 70 mil euros.

 



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