Timing fortelece aposta na responsabilidade social apoiando projeto Bolsas AAUAlg+

“Na Timing somos uma empresa feita com pessoas, de pessoas e para pessoas. Por isso, fazia todo o sentido associarmo-nos à causa social”

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A Timing , empresa criada em 2015 pelo empresário algarvio Ricardo Mariano, tem no seu ADN a consciência social e ambiental. A Responsabilidade Social é mesmo um dos pilares da empresa. Por isso, ao longo dos anos, os responsáveis e colaboradores da empresa têm-se empenhado em participar e promover diversos projetos de cariz social e ambiental. No Natal passado, apesar da situação de pandemia (ou até por causa dela), não foi exceção. Para o novo ano de 2021, a Timing tem também novos projetos, como a colaboração nas Bolsas AAUAlg+, em parceria com a Associação Académica da Universidade do Algarve.

Quando foi a primeira iniciativa de cariz social da Timing?

Ricardo Mariano – Aquando da criação da Timing, em 2015, abrimos três delegações no Algarve – Quarteira, Albufeira e Portimão – e decidimos que seria importante marcar esta data. Por isso, e já numa perspetiva de consciência social e ambiental, passámos a tarde com os utentes e residentes do Centro Paroquial de Quarteira e, em conjunto, plantámos três árvores, representativas de cada delegação. A partir daqui, foi sempre a somar!

Porque consideram a Responsabilidade Social como um dos pilares da Timing?

RM – Antes e fora da Timing, já todos fizemos donativos, seja de alimentos, nas recolhas que regularmente vemos em super e hipermercados, roupas que já não usamos e brinquedos dos nossos filhos. Por isso, pensámos: porque não fazê-lo em conjunto? Na Timing, somos uma empresa feita com pessoas, de pessoas e para pessoas. Por isso, fazia todo o sentido associarmo-nos à causa social. Sabemos que não podemos mudar o mundo sozinhos, mas acreditamos que, se a responsabilidade individual crescer a par com a consciência social, o caminho será certamente mais justo e equilibrado para todos.

Quantas iniciativas desenvolvem anualmente?

RM – Por ano, tentamos desenvolver pelo menos uma iniciativa, por cada área (social, ambiental e animal). Contudo, nem sempre nos é possível programar um ano inteiro, porque, por exemplo, olhando para o ano que agora terminou, a atual conjuntura limitou algumas ideias que tínhamos. Por outro lado, apoiámos mais IPSS do que tínhamos previsto, principalmente com a doação de máscaras cirúrgicas.

São todas dentro da mesma área ou procuram atingir várias realidades?

RM – Tentamos abranger todas as áreas, porque sabemos que todas precisam. O problema social sempre foi uma realidade e, por isso, fazia todo o sentido que fosse um dos nossos focos. No entanto, a consciência ambiental e animal têm também crescido gradualmente. Queremos, assim, marcar a diferença na vida de cada pessoa, associação e de cada espaço que escolhemos para plantar uma árvore ou fazer recolha de lixo. É como se diz, um pequeno passo para nós, um grande passo para a humanidade.

 

 

Sabemos que organizaram uma iniciativa no Natal. Em que consistiu?

RM – Em 2020, os jantares de natal das empresas não existiram. Por isso pensámos: “Porque não utilizar esse dinheiro para ajudar quem mais precisa?”. A ideia passou por contactarmos algumas IPSS locais, porque sabemos que muitas delas costumam ter excesso de roupas, mantas, cobertores e brinquedos e comprar algumas mantas e cobertores, a um preço simbólico para oferecer aos sem abrigo. Mas cedo percebemos que, com a COVID, a situação se agravou e que, nas IPSS, onde outrora havia excesso, atualmente há escassez de bens. Tivemos de mudar a estratégia e foi aí que pensámos no comércio local, que tão importante é. Decidimos comprar aí mantas e cobertores para oferecer. À parte disso, abrimos a iniciativa ao público em geral para que quem tivesse roupa, mantas, cobertores, brinquedos e outros bens, aos quais já não dê uso, os entregasse na nossa delegação mais próxima. Reunimos cerca de 223 quilos de roupa e brinquedos, selecionámos IPSS alocadas à zona de cada uma das nossas delegações e fizemos o nosso donativo. Sabemos que não somos a única empresa algarvia, nem nacional, que tem estas iniciativas, mas um dos nossos objetivos é fazer com que, cada vez mais, outras empresas se juntem a nós, para que consigamos chegar a mais gente.

Para 2021, ainda que sem muitas perspetivas de como será o ano, o que já têm pensado?

RM – As ações sociais continuam bem presentes no nosso plano para 2021. Como e quando serão? Ainda é muito cedo para o dizer, até porque, neste momento, jogamos a meias com a imprevisibilidade. Mas deixamos a certeza de que, cada vez mais, assumiremos a Timing como uma empresa com uma real preocupação em relação às carências dos meios onde se encontra inserida. Já o fazemos a olho, mas, a partir deste ano, vamos estipular uma percentagem do nosso resultado líquido para esta temática. Por isso, vamos dar o pontapé de saída para 2021 com a colaboração no projeto Bolsas AAUAlg+, que, em parceria com a Associação Académica da Universidade do Algarve, apoia estudantes carenciados da Universidade do Algarve, o que lhes irá permitir prosseguir os seus estudos e não ver o seu futuro hipotecado, num período de grande incerteza. Sabemos que estes gestos vão fazer diferença no Amanhã.

 

Outras iniciativas de Responsabilidade Social da Timing que marcaram 2020:

 

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