Covid-19: Marcelo diz que «tudo será feito» para que informação seja verdadeira

«Agora: uma coisa é haver lapsos, outra coisa é a preocupação que tem de haver de informação o mais correta possível e que possa destruir rumores»

O Presidente da República disse, esta quarta-feira, 25 de Março, que «tudo será feito» para garantir que a informação transmitida aos portugueses é verdadeira, algo necessário para «destruir rumores» e distinguir os lapsos na comunicação sobre os números da Covid-19.

«Aquilo que posso garantir é que naquilo que depender de mim e de todas as autoridades com as quais estou em contacto permanente [primeiro-ministro, ministra da Saúde e diretora-geral da Saúde], tudo certamente será feito para que aquilo que é transmitido aos portugueses seja verdadeiro», disse aos jornalistas Marcelo Rebelo de Sousa.

O Presidente da República realizou hoje à tarde reuniões presenciais e por videoconferência com representantes do setor social: Manuel Lemos, da União das Misericórdias Portuguesas (UMP), o padre Lino Maia, presidente da Confederação Nacional de Instituições de Solidariedade Social (CNIS), e Salvador Malheiro, presidente da Câmara de Ovar.

Referindo-se ao lapso de terça-feira, que originou a contabilização de um óbito, nos Açores, pelo novo coronavírus, que não se confirmou, Marcelo Rebelo de Sousa alertou para o trabalho envolvido na recolha e transmissão desta informação em todo o país.

«As pessoas não imaginam o que é recolher esta informação na hora, de todo o país, processá-la, calculá-la e transmiti-la. Agora: uma coisa é haver lapsos, outra coisa é a preocupação que tem de haver de informação o mais correta possível e que possa destruir rumores», frisou.

O chefe de Estado considerou que «é natural» em situações de crise surgirem dúvidas e interrogações na cabeça das pessoas sobre a «verdade das informações» e que isso «tem de ser esclarecido permanentemente».

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