32 pessoas impedidas de entrar em Portugal pela fronteira de Castro Marim

A larga maioria das entradas em território nacional foi feita pelos Pontos de Passagem Autorizado do Norte e Centro

32 pessoas foram impedidas de cruzar a fronteira da Ponte Internacional do Guadiana entre as 23h00 de segunda-feira e a mesma hora de ontem, terça-feira, as 24 horas que se seguiram à reposição do controlo de fronteiras terrestres, de forma temporária, devido ao Covid-19.

O posto fronteiriço de Castro Marim, um dos nove Pontos de Passagem Autorizados que existem em todo o país, foi, de resto, aquele em que houve o maior número de recusas de entrada, segundo o Ministério da Administração Interna.

Ao todo, foram 58 as pessoas impedidas de entrar em território nacional e uma pessoa foi detida por uso de autorização de residência falsa, no ponto de passagem autorizado de Vila Verde da Raia, Chaves.

Tendo em conta que «o objetivo deste controlo é, designadamente, vedar as deslocações de cidadãos em turismo/lazer entre os dois países», percebe-se porque razão o maior número de recusas aconteceu no Algarve.

Em 24 horas, o Serviço de Estrangeiros e Fronteira controlou, com a colaboração da Guarda Nacional Republicana, 5788 cidadãos. Neste caso, foram bem mais numerosas as entradas através das fronteiras do Norte do país.

Neste campo, e apesar de ter sido aquela onde mais entradas foram recusadas, os inspetores do SEF apenas controlaram 162 cidadãos, um número bem aquém dos 3010 que acorreram à fronteira em Valença, em Viana do Castelo.

No Alentejo, a fronteira que mais gente controlou foi a do Caia, em Elvas (241), seguida pela de Vila Verde de Ficalho, no distrito de Beja (25) e pela de Marvão, em Portalegre (23).

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