“365Algarve” tem medronho, uma cantora deitada, música e teatro até domingo

Entre 7 e 9 de Feeveriro

Cantora Deitada – Lavrar o Mar

Lavrar o Mar com medronho, em Monchique, e uma Cantora Deitada, em Aljezur, um concerto de piano em Portimão e conversas sobre património, costumes e tradição em Alcalar são as sugestões do programa “365Algarve” para esta semana.

Na sexta-feira, dia 7, e no domingo, dia 9, o programa cultural Lavrar o Mar volta a levar teatro à serra e às destilarias.

«Agora que o drama do fogo se sedimenta na nossa memória como uma cicatriz com a qual vamos sempre viver, é possível voltarmos ao ciclo do medronho nos locais onde este não desapareceu. Desta vez, falar-se-á sobre a fermentação, a primeira transformação do fruto que tem lugar nas destilarias», segundo o “365Algarve”.

O ponto de encontro é no Heliporto de Monchique, às 19h30.

 

Medronho – Lavrar o Mar

 

Em Portimão, Vasco Dantas, um «jovem e promissor pianista», vai ser o protagonista de mais um concerto do Festival de Piano do Algarve, no sábado, dia 8, às 21h30, no TEMPO – Teatro Municipal de Portimão.

O músico irá interpretar o concerto para piano e orquestra do maestro e compositor Tavares Belo, «que é um dos concertos para piano menos tocados nos últimos 40 anos e uma estreia no Algarve».

Também no dia 8, mas às 14h30, nas ruínas megalíticas de Alcalar, igualmente no concelho de Portimão, decorrerá mais uma sessão da iniciativa “(A)Prender-me no Algarve“, que começa com uma encenada e parte para uma «viagem no tempo», em que «o território de hoje é o ponto de partida para falar do património, costumes, tradições e musicalidades da região».

 

Vasco Dantas Pianista

 

O Lavrar o Mar, que continua em força em 2020, vai estar em Monchique, mas também em Aljezur. No sábado (15h00 e 17h30) e no domingo (11h00 e 15h00), no Espaço +, crianças até aos 6 anos são convidadas a «ouvir, pintar, cantar e sentir» durante o espetáculo “A Cantora Deitada“.

Este é, segundo o “365Algarve”, «um livro magnífico de Sandro William Junqueira, com ilustrações de Maria João Lima, que cai na mão das crianças para que não se esqueçam de que a chuva afinal canta quando cai num buraco ou no vidro da nossa janela».

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