365Algarve apresenta teatro de objetos usados, comida esquecida e muito mais

Há muito para ver e sentir

Um teatro de objetos usados, o Festival da Comida Esquecida ou o “Em Canto pela Algarviana”. Estes são alguns dos espetáculos do 365Algarve que vão animar de 16 a 23 de Fevereiro. 

De dia 21 a 23, Aljezur acolhe Deux Pierres, um «maravilhoso teatro de objetos usados, retirados de gavetas esquecidas: molas da roupa velhas, pedacinhos de fio e cordéis, traves e troncos de madeira banhados pelo mar e pelo vento, caroços de fruta esculpidos», segundo o 365Algarve.

Fascinado pela poesia das assemblages improváveis e pela fadiga dos objetos com que trabalha, Michel Laubu constrói um povo imaginário, oriundo da Turákia, numa espécie de recital visual de chegadas e partidas de anjos, batatas e outras tantas (in)significâncias. Este será mais um espetáculo do “Lavrar o Mar”.

“Diz-me, António”, o espetáculo de dança contemporânea que se inspira no universo de António Aleixo, num tributo ao seu nascimento e à sua obra, continua em viagem. Desta feita, passa a 22 de Fevereiro por Lagos onde três criadores/intérpretes se reúnem para refletir sobre o poeta algarvio.

Em Canto pela Algarviana, por sua vez, vai aliar «música coral de diversas origens, com passeios em troços específicos da Via Algarviana, por diferentes municípios algarvios. É um projeto que visa associar o património musical e cultural ao património natural, valorizando tradições e a riqueza da biodiversidade do interior algarvio. Tudo abrilhantado pela possibilidade de se deliciar com a gastronomia local, em restaurantes associados ao projeto».

No dia 23 de Fevereiro, em Alcoutim, a caminhada começa às 9h30 no Cais de Embarque e percorre o Percurso Pedestre da Lourinhã (Rota Contrabandista). Às 15h00 há concerto no Espaço Guadiana.

A 23 de Fevereiro, o Festival da Comida Esquecida chegará a Aljezur com os “Percursos para Colher e Cozinhar”. Ao redor de hortas familiares e de outros espaços de cultivo e com o acompanhamento dos anfitriões locais e contadores de histórias, são recolhidos ingredientes tradicionais, alguns pouco conhecidos do público, que são depois utilizados numa aula de cozinha.

Os anfitriões orientam os participantes num passeio interpretativo por todo o território envolvente, focando-se nos modos de vida e na história da horta e respetivos produtos. Os ingredientes recolhidos são utilizados na confeção de um prato sazonal da cozinha tradicional algarvia nas imediações desse mesmo local.

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