Loulé volta a distribuir receitas do Carnaval por IPSS e associações

Vítor Aleixo sublinhou a importância desta iniciativa para o envolvimento da comunidade no próprio evento

A Câmara de Loulé distribuiu as receitas do Carnaval – cerca de 60 mil euros – por quatro instituições particulares de solidariedade social e 10 associações que animaram o corso deste ano. 

O critério de atribuição das receitas foi definido no sentido de disponibilizar 50% das verbas arrecadadas no Carnaval a quatro IPSS do concelho de Loulé que tenham desenvolvido um trabalho relevante nas comunidades onde estão inseridas «ou aquelas que se tenham deparado com maiores dificuldades», como explicou Vítor Aleixo, presidente da Câmara de Loulé.

Este ano foram contempladas a Instituição de Solidariedade Social da Serra do Caldeirão, a Casa da Primeira Infância – Centro de Acolhimento “Os Miúdos”, o Centro Social e Comunitário de Vale Silves e a ASMAL – Associação De Saúde Metal do Algarve.

 

 

Os restantes 50% foram distribuídos pelas coletividades participantes na animação do Carnaval tendo em consideração o número de tripulantes de cada carro alegórico, bem como os respetivos grupos de animação organizados pelas coletividades.

Este ano, os participantes foram o Grupo Desportivo das Barreiras Brancas, EXISTIR – Associação para a Intervenção e Reabilitação de Populações Deficientes e Desfavorecidas, CDA – Clube Desportivo AlgarveGym, DOINA – Associação de Emigrantes Romenos e Moldavos do Algarve, Moto Clube de Loulé, AGAL – Associação Grupo dos Amigos de Loulé, GCL – Ginástica Clube de Loulé, TUALLE – Tuna Universitária Afonsina de Loulé, Associação Artística Satori e Corpo Nacional de Escutas – Agrupamento 290 – Loulé.

Além do apoio ao meritório trabalho social levado a cabo no terreno pelas instituições, Vítor Aleixo sublinhou a importância desta iniciativa para o envolvimento da comunidade no próprio evento.

«Esta ação enquadra-se numa política de dar algum estímulo para que o Carnaval tenha também a participação das pessoas e das organizações locais. Não pode ser apenas uma animação ‘encomendada’ com equipas que vêm de fora, queremos que, localmente, as pessoas se envolvam porque é isso que dá um certo traço genuíno ao nosso Carnaval», concluiu o autarca.

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