Exercício de inativação de explosivos levou mergulhadores à Culatra

Para efeitos de treino, a zona da Culatra é o único local em Portugal onde os mergulhadores da Marinha utilizam explosivos em ambiente submarino

Mergulhadores da Marinha realizaram, de 26 de Outubro a 4 de Novembro, um exercício que envolveu a inativação de engenhos explosivos, a sul da ilha da Culatra, em Faro.

Neste caso, em específico, o Destacamento de Mergulhadores Sapadores N.º1 (DMS1) realizou tarefas de destruição de obstáculos de praia e procedimentos de busca e inativação de engenhos explosivos, com recurso a várias técnicas e equipamentos.

O DMS2 realizou um treino na área da demolição submarina com recurso a diferentes tipos de explosivo aplicando técnicas para corte de amarras, vigas, cabos de aço e destruição de estruturas submersas.

O DMS3, sendo a unidade de guerra de minas da Marinha, focou o seu treino em procedimentos e técnicas a utilizar para a neutralização das ameaças provenientes de minas marítimas.

Estas ações de certificação e formação permitem aos militares a aprendizagem nas suas áreas de atuação específicas, elevando os níveis de prontidão e preparando-os para situações reais, como o recente empenhamento na reconstrução do porto da Ilha das Flores, nos Açores, em consequência da passagem do Furacão Lorenzo.

Para efeitos de treino, a zona da Culatra é o único local em Portugal onde os mergulhadores da Marinha utilizam explosivos em ambiente submarino, respeitando os limites impostos pelo estudo de impacto ambiental.

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