PCP exige medidas «céleres» ao Governo para repor normalidade nas maternidades

Na madrugada deste domingo, uma grávida, de 28 semanas, teve de ser transferida para Évora

O PCP exige, da parte do Governo, «medidas céleres e decisivas que garantam que as maternidades dos hospitais de Faro e de Portimão possam funcionar normalmente».

Neste sentido, os comunistas, por intermédio dos deputados Paulo Sá, eleito pelo Algarve, e Carla Cruz questionaram a ministra da Saúde sobre que medidas vai tomar o executivo de António Costa, «designadamente ao nível dos recursos humanos».

No passado dia 27 de Junho, depois de uma visita ao Serviço de Pediatria do Hospital de Portimão, o Grupo Parlamentar do PCP dirigiu uma pergunta «ao Ministério da Saúde, alertando para as consequências gravosas da carência de médicos pediatras, quer na Urgência Pediátrica, quer no bloco de partos do Hospital de Portimão».

Uns dias depois, a maternidade do Hospital de Portimão foi encerrada (no fim de semana de 6/7 de Julho), o que, de acordo com um comunicado do Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA), se deveu ao facto de «não ser possível garantir o apoio de pediatra com competências na área da neonatologia na referida unidade».

Na madrugada deste domingo, recorde-se, uma grávida, de 28 semanas, teve de ser transferida para Évora devido à sobrelotação da Maternidade de Faro e ao encerramento da de Portimão.

O PSD/Faro e o CDS/PP também já vieram a público criticar a atual situação da saúde no Algarve.

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