Há quatro arguidos na operação “Mercado Aberto” em Faro

Investigação prossegue para «determinação de todas as condutas criminosas, seu alcance e respetivos agentes»

A operação “Mercado Aberto”, que investiga crimes de participação económica em negócio, corrupção passiva e ativa, envolvendo a Câmara de Faro e a empresa municipal AmbiFaro, já tem quatro arguidos. 

A situação foi confirmada pela Polícia Judiciária (PJ), em nota enviada às redações.

A PJ não especifica, contudo, quem são os arguidos, mas presume-se que sejam Paulo Santos, vice-presidente da Câmara de Faro, Sandra Ramos, líder da empresa municipal AmbiFaro (e mulher de Paulo Santos), bem como um advogado farense, além de outra pessoa não identificada, mas eventualmente também ligada à AmbiFaro.

A investigação prossegue para «determinação de todas as condutas criminosas, seu alcance e respetivos agentes», diz a Polícia Judiciária.

Em causa, estão «os crimes de participação económica em negócio, corrupção passiva e ativa, peculato, prevaricação e abuso de poderes». Ou seja, a PJ acrescenta, à informação enviada anteriormente pelo Ministério Público, mais um crime em investigação, o de abuso de poderes.

Esta é uma outra operação, diferente da Tutti Fruti, na qual a Câmara de Faro também foi alvo de buscas, em Junho do ano passado.

 

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