Exército volta a vigiar a floresta de Loulé para evitar incêndios

Militares vão andar pelo interior de Loulé durante o período crítico de incêndios

O Exército Português vai garantir o patrulhamento e vigilância das zonas rurais e da serra do concelho de Loulé durante o período crítico de defesa da floresta contra incêndios.

A Câmara de Loulé e o Exército assinaram, pelo quarto ano consecutivo, um protocolo que visa o patrulhamento e vigilância no âmbito da Estratégia Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios, uma parceria que se tem «revelado como uma excelente prática no que concerne à proteção civil preventiva», segundo a autarquia.

«A presença dos militares será notada, essencialmente, nas freguesias do interior do Concelho de Loulé, tendo em conta que 40% do total dessas áreas corresponde a classes de perigo florestal muito elevado, nas quais se inserem as áreas de Paisagem Protegida da Rocha da Pena e Fonte Benémola, sendo que cerca de 54% do território municipal é abrangido pela Rede Natura 2000», acrescentou a Câmara de Loulé.

 

 

O patrulhamento militar será efetuado diariamente por três militares, a bordo de uma viatura 4×4, que realizarão, «em média, 140 quilómetros por dia».

Os militares marcarão presença «durante o período crítico de incêndio florestal, por forma a diminuir a probabilidade da sua ocorrência, reforçando, assim, a segurança das populações e dissuadindo comportamentos negligentes».

Além do Exército Português, constituem ainda o Dispositivo de Patrulhamento e Vigilância no concelho, as equipas municipais de intervenção florestal do Serviço Municipal de Proteção Civil, as Brigadas de Jovens Voluntários, a Guarda Nacional Republicana, a equipa de sapadores florestais da Associação de Produtores Florestais da Serra do Caldeirão e os vigilantes da natureza do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas que operam na zona da Ria Formosa, existindo ainda no Município de Loulé duas torres de vigia (Zebro e Malhão), ambas na freguesia de Salir.

 

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