Centros de investigação da Universidade do Algarve garantem financiamento da FCT

UAlg manteve globalmente o mesmo financiamento para um quadro plurianual (2020 a 2023), que rondará cerca de oito milhões de euros

Sete centros da Universidade do Algarve (UAlg), com um total de 279 investigadores integrados, obtiveram financiamento na nova avaliação realizada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).

Receberam nota “Excelente” o Centro Interdisciplinar de Arqueologia e Evolução do Comportamento Humano (ICArEHB), coordenado por Nuno Bicho, e o Centro de Ciências do Mar (CCMAR), sedeado na UAlg, coordenado por Adelino Canário.

Três unidades de investigação foram classificadas com “Muito Bom”: o Centro de Investigação Marinha e Ambiental (CIMA), coordenado por Maria João Bebianno, o Centro de Investigação em Artes e Comunicação (CIAC), coordenado por Mirian Tavares, e o Centro de Investigação em Turismo, Sustentabilidade e Bem-Estar (Cin Turs), coordenado por Patrícia Pinto.

O Centro de Electrónica, Optoelectrónica e Telecomunicações (CEOT), coordenado por Rui Guerra, e o Centro de Investigação em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária (CEAD), coordenado por António Fragoso, foram classificados com “Bom”.

Comparativamente à última avaliação, a UAlg manteve globalmente o mesmo financiamento para um quadro plurianual (2020 a 2023), que rondará cerca de oito milhões de euros, garantindo também a contratação de 12 investigadores e a atribuição de 43 bolsas de doutoramento.

Nesta avaliação foram tidos em conta, para efeitos de classificação das unidades de investigação, critérios como mérito, qualidade, relevância e nível da internacionalização da atividade científica realizada, assim como mérito científico da equipa de investigadores e a adequação de objetivos, estratégia, plano de atividades e organização num período anterior de cinco anos.

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