Revista “Confluências” nasce para dar voz às iniciativas culturais do Baixo Guadiana

Revista é editada pela “Narrativa Secular”

A edição zero da revista cultural “Confluências” foi apresentada no passado sábado, 11 de Maio, na Casa de Odeleite. A publicação é da responsabilidade da Associação castromarinense “Narrativa Secular”.

A apresentação da revista «foi marcada pelos momentos musicais de Nádia Catarro, Carla Sabino, Bruno Correia e João Pereira e Hugo Madeira, da Associação Mito Algarvio», destaca a Câmara de Castro Marim.

Segundo explica a autarquia, «”Confluências” nasceu da vontade de ganhar espaço e dar voz aos projetos e iniciativas culturais do território do Baixo Guadiana, exprimindo também o forte movimento associativo local, um dos principais responsáveis pela dinâmica cultural de Castro Marim».

É uma revista trimestral, com artigos de opinião, desde a música à literatura, com textos criativos de autor e com breves apontamentos noticiosos.

Os colaboradores são, na maioria, de Castro Marim, onde está sediada a Associação Narrativa Secular.

Esta edição «deu particular destaque ao trabalho meritório desenvolvido pela Associação Mito Algarvio, na defesa e promoção deste património cultural inerente ao acordeão e aos acordeonistas e tão intrinsecamente ligado à cultura algarvia», realça a Câmara Municipal.

A “Narrativa Secular” nasceu há cerca de um ano e pretende cruzar várias artes, quer na realização de eventos, quer na produção de objetos artísticos ou no voluntariado social.

A formação em áreas artísticas, sociais e tecnológicas, é outros dos focos da associação. O seu trabalho passa também pelo desenvolvimento de projetos em parceria com outras entidades e associações, aproveitando e otimizando recursos naturais e locais que já existem.

A autarquia castromarinense lembra que a Casa de Odeleite, agora espaço da gestão municipal, é palco de vários projetos culturais e de dinamização da freguesia de Odeleite, como os Mercadinhos na Aldeia.

A escolha deste espaço para a apresentação da revista «deve-se também à consonância com a capa da nova revista, o dragão azul da vista aérea da Barragem de Odeleite».

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