Olhão e Água de Monchique solidários com Moçambique

Câmara olhanense lançou campanha, empresa deu donativo em dinheiro à Cruz Vermelha

Foto: Cruz Vermelha Portuguesa

A Câmara de Olhão e a empresa Água de Monchique estão solidárias com as vítimas do ciclone Idai, em Moçambique,e vão ajudá-las com donativos em dinheiro e em géneros.

A autarquia olhanense lançou uma campanha de recolha dos bens considerados mais prioritários para as populações da província da Beira, que durará até ao dia 31 de Março.

Quem quiser dar o seu contributo, poderá entregar produtos alimentares, nomeadamente enlatados com um período de validade prolongado, produtos de higiene pessoal e roupas no quartel dos Bombeiros Municipais de Olhão.

A Água de Monchique, por seu lado, fez um donativo de 5 mil euros à Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), por ocasião do Dia Mundial da Água, que hoje se assinalou hoje.

«Elegemos o dia em que estamos a celebrar a água, este recurso natural essencial à vida, para sensibilizar toda a comunidade para a oportunidade que todos nós temos de, com o contributo individual, ajudar a minorar esta catástrofe. Mas queremos também deixar a todas as pessoas afetadas uma mensagem de esperança no futuro e no renascer destas comunidades», afirmou Vítor Hugo Gonçalves, diretor executivo da Sociedade da Água de Monchique

A empresa «convida toda a comunidade a marcar este dia, demonstrando a sua solidariedade para com as comunidades afetadas pela passagem do ciclone Idai».

Uma das formas de ajudar, salientou a Águas de Monchique, é doando verbas para a campanha solidária da CVP, no site da qual estão as informações necessárias a quem quiser dar apoio.

A passagem do ciclone Idai pelo centro de Moçambique e as cheias que se seguiram deixaram um rasto de destruição e já provocaram, desde quinta feira, dia 14, mais de 200 mortos.

«O ciclone foi já considerado a pior catástrofe natural no hemisfério Sul. Com ventos a rondar os 200 quilómetros, destruiu casas e arrancou árvores. Deixou também para trás áreas gigantescas completamente inundadas em Moçambique, Zimbabué e Malawi», lembrou a Câmara de Olhão.

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