PCP quer saber quando serão resolvidas carências da Obstetrícia e Cardiologia de Faro

Os comunistas questionaram o Ministério da Saúde sobre a falta de recursos humanos, de material e de condições dos serviços

Foto: Fabiana Saboya|Sul Informação

O PCP quer saber que medidas está o Governo a tomar para dotar os serviços de Obstetrícia e de Cardiologia do Hospital de Faro de mais recursos humanos e técnicos.

No caso do serviço de Obstetrícia, os comunistas querem saber porque razão não foram abertas quaisquer vagas da especialidade médica de Ginecologia/Obstetrícia no Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA) no concurso para a contratação de 413 profissionais de saúde, aberto no dia 19 de Dezembro.

Já no que toca ao serviço de Cardiologia do CHUA, o PCP quer saber se o Governo considera que a carência de médicos neste serviço será resolvida «com a possível contratação de um médico cardiologista» no âmbito do procedimento concursal.

Mas os problemas destes dois serviços não se resumem aos médicos, na visão do PCP. Daí que as questões dirigidas à tutela pelos deputados Paulo Sá – eleito pelo Algarve – e Carla Cruz, também incidam  sobre a contratação do «número adequado de enfermeiros, técnicos superiores e assistentes operacionais».

Também a falta de equipamento nos dois serviços foi questionada, com os comunistas a perguntar, especificamente, sobre a aquisição do ecocardiógrafo 3D, «prometida há 4 anos», mas também sobre a falta de material clínico para o Serviço de Cardiologia «que obrigou, por exemplo, à transferência de um doente para Lisboa por falta de um pacemaker para lhe ser colocado».

O PCP aproveitou para pedir esclarecimentos sobre o andamento das obras de requalificação do Serviço de Cardiologia do Hospital de Faro, «que deviam ter sido iniciadas em 2018».

«Confirma o Governo que essas obras terão início em 2019? Em caso afirmativo, em que mês? Quando estarão concluídas? Qual a verba disponível para essas obras?», questionam.

Já no que toca ao Serviço de Obstetrícia, os comunistas querem saber se o Governo reconhece «que as instalações do Serviço de Obstetrícia do Hospital de Faro são exíguas» e que medidas serão tomadas para ultrapassar este problema.

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