Prémio Maria Veleda não foi atribuído este ano

Em 2019, prémio terá nova edição

Até houve cinco candidaturas, mas o Prémio Regional “Maria Veleda” deste ano não foi atribuído por decisão do júri. 

Segundo a Direção Regional de Cultura, «do conjunto das candidaturas registadas, verificou-se que uma deu entrada fora do prazo».

Na apreciação das outras, «o júri reconheceu que, pelo menos, duas das candidaturas reuniam uma ação destacada na dimensão cultural e cívica, todavia, não davam resposta ao critério estabelecido no número 1 do regulamento e não possuíam um “longo percurso cultural e cívico”».

A Direção Regional de Cultura do Algarve manifesta, «junto de todos os candidatos, votos para que prossigam com os projetos e ações que cada um tem concretizado e que em muito têm contribuído para o desenvolvimento socio-cultural do Algarve».

Com a criação deste prémio, em 2014, a Direção Regional de Cultura do Algarve pretende reconhecer o percurso cultural e cívico de personalidades protagonistas de intervenções particularmente relevantes e inovadoras na região, bem como dar um contributo para a promoção da igualdade entre mulheres e homens nas políticas públicas.

O júri é constituído por Alexandra Gonçalves, diretora regional de Cultura do Algarve, Gonçalo Pescada, professor de música, João Guerreiro, professor universitário, José Gameiro, diretor científico do Museu de Portimão, Manuel Brito, editor, Margarida Tengarrinha, artista plástica e professora, Maria Augusta Casaca, jornalista, Natividade Monteiro, professora e investigadora, e Pedro Ferré, professor universitário.

Em 2019, o Prémio Regional Maria Veleda terá nova edição. Os vencedores deste prémio foram Margarida Tengarrinha, em 2014, José Louro, em 2016, e Mendes Bota, em 2017. No ano de 2015, o júri também decidiu não atribuir a distinção.

 

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