Cátia Pinheiro apresenta percursos sonoros em Loulé e Lagos

Iniciativas fazem parte da preparação da próxima edição do Festival Verão Azul

A artista Cátia Pinheiro recolheu, através de sons, o quotidiano de Loulé e Lagos e vai apresentar hoje, 18 de Outubro, e na próxima terça-feira, dia 23, o resultado desse trabalho. 

Em Loulé, a apresentação será já hoje, às 18h30, no Convento do Espírito Santo, em Loulé.

A artista adaptou à cidade o seu projeto “The Walk #2”, um percurso sonoro que se serve da urbe e de pequenas ficções extraídas de Loulé «para nos tentar conduzir numa viagem única e pessoal através da perspetiva individual de cada espectador», diz a Câmara de Loulé. 

Esta artista fez o mesmo em Lagos e também irá apresentar aquilo que recolheu nessa cidade. Será na terça-feira, 23 de Outubro, às 18h30, na Galeria LAR.

Lagos

Ainda no âmbito da preparação para o Festival Verão Azul, que se realiza apenas em 2019 em Loulé e Faro, haverá dois momentos abertos ao público, nos Laboratórios Shock Lab. 

No próximo sábado, dia 20 de Outubro, às 15h00, 17h00 e 19h00, serão apresentadas diversas performances no Convento do Espírito Santo, em Loulé, no âmbito do Verão Azul Shock Lab, um laboratório sobre práticas criativas em contextos periféricos.

Neste laboratório e nas performances participarão: Alexandre Valinho (Coimbra), Ana Galvão (Almada), Ana Sofia Peixoto (Braga), Annabelle Pirlot (Paris), Bruno Caracol (Lisboa), Catarina Bota Leal (Coimbra), Gabriela Pas (Lisboa), Mauro Amaral (Faro), Miguel Alexandre de Oliveira (Tavira), a dupla Diana Bernedo&MiguelMartins Pessoa (Faro), Paulina Szczesna (Polónia), Sofia Guerreiro (Faro), Valentina Parravici (Lisboa) e Vasco Célio (Loulé), artistas que responderam à convocatória pública que o coletivo CasaBranca, organizador do Festival Verão Azul, levou a efeito.

Durante quatro dias (de 19 a 22 de Outubro), dois dos quais em Loulé, (19 e 20 de Outubro) os 15 artistas selecionados das áreas da música, poesia, artes plásticas, artes visuais, performances, dança, cinema, teatro e teatro físico, fotografia e design propõem-se colocar no seu corpo (efetivo ou simbólico) o significado do termo periferia.

«Verão Azul Shock Lab é, aliás, isso mesmo: um laboratório que explora as práticas criativas em contextos periféricos com a mediação provocadora de três artistas: Mónica Calle (teatro), Gustavo Ciríaco (dança) e Xana (artes visuais), promovendo assim um encontro entre pessoas de vários contextos artísticos e geográficos», diz a Câmara de Loulé.

No dia 21 a iniciativa segue para Faro, onde os participantes serão acolhidos pelo Teatro das Figuras em mais desafios e provocações às práticas e à temática proposta.

Nesse dia todos participarão numa conversa performativa ao longo de uma mesa para falar sobre as limitações e possibilidades que encontram no desenvolvimento dos seus trabalhos. 

O projeto Verão Azul Shock Lab é uma produção casaBranca, em coprodução com o Cine-Teatro Louletano e o Teatro das Figuras (Faro) que conta com o apoio da Câmara Municipal de Lagos, LAC – Laboratório de Actividades Criativas.

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