Segurança costeira reforçada com contratação de 12 novos técnicos superiores

Doze novos técnicos superiores integraram o quadro técnico de suporte e operação do VTS (Vessel Traffic System), no início de […]

Torre VTS

Doze novos técnicos superiores integraram o quadro técnico de suporte e operação do VTS (Vessel Traffic System), no início de Maio. Estes profissionais, contratados pelo Ministério do Mar, assumiram funções na Direção-Geral dos Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM), entidade responsável pela operação e manutenção do Sistema de Controlo de Tráfego Marítimo do Continente.

Segundo o Ministério do Mar, «o reforço de quadros resultou de um concurso externo realizado para o efeito, no qual foram selecionados oito novos operadores de VTS, e mais quatro técnicos superiores para a manutenção do sistema».

O ministério liderado por Ana Paula Vitorino explica que «o VTS é um sistema essencial para o exercício das funções de Estado Costeiro, no âmbito da segurança da navegação, que funciona em tempo real, 24/7. O sistema permite a monitorização de todo o tráfego marítimo, de forma a prevenir e evitar atempadamente problemas e reduzir a possibilidade de acidentes entre navios e poluição no mar».

Esta missão «é exercida por prevenção de situações de aproximação excessiva de navios, aproximação de navios à costa ou a outros potenciais perigos. Por outro lado, permite também auxiliar nas situações de busca e salvamento, combate à poluição e monitorização de outras atividades ilícitas», acrescenta a tutela.

O Vessel Traffic System emprega tecnologia radar, radiotelefonia VHF e o sistema de identificação automática (AIS, Automatic Information System) para acompanhar os movimentos dos navios e garantir a segurança de navegação em áreas limitadas ou com restrições à navegação, designadamente organizando o tráfego nos esquemas de separação de tráfego, reduzindo-se assim o risco de acidente e mitigando os eventuais danos dele resultantes, nomeadamente para o meio ambiente.

O VTS costeiro articula-se com os VTS portuários e integra a partilha de informação com outros sistemas das autoridades e sistemas complementares, como é o caso do SafeSeaNet.

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