Edifícios da Administração Pública no Algarve abrangidos por campanha nacional para promover eficiência energética

Cerca de 9 mil edifícios da Administração Pública Central, pertencentes a vários Ministérios, numa área que abrange os distritos de […]

Cerca de 9 mil edifícios da Administração Pública Central, pertencentes a vários Ministérios, numa área que abrange os distritos de Lisboa, Setúbal, Santarém, Portalegre, Évora, Beja e Faro, estão a ser palco da campanha de sensibilização ECO.AP, promovida pela ADENE-Agência para a Energia, com o mote «A Energia tem ECO no Futuro».

Esta campanha tem como principal desígnio envolver a Administração Pública na promoção da eficiência energética, através de um plano de ações inovadoras que decorrem ao longo do ano.

Portugal comprometeu-se a reduzir os consumos de energia da Administração Pública em 30% até 2020. Para que seja possível alcançar esta meta, é necessário que os funcionários públicos e os responsáveis pelos edifícios públicos, ou ocupados por entidades ou organismos públicos, se associem a esta missão e implementem medidas que visem aumentar os níveis de eficiência energética nos edifícios da Administração Pública.

A Campanha ECO.AP pretende sensibilizar e dotar os intervenientes com ferramentas de apoio à implementação da eficiência energética nos edifícios da Administração Pública, designadamente os Gestores Locais de Energia, os Dirigentes superiores dos organismos públicos¸ as Secretarias Gerais dos Ministérios e os Peritos Qualificados do Sistema de Certificação Energética dos Edifícios.

Maria João Coelho, vice-presidente do Conselho de Administração da ADENE – Agência para a Energia, explica que, “para atingir objetivos e metas da Administração Pública no que se refere à eficiência energética, é necessário continuar a investir num conjunto de ações de apoio aos Gestores Locais de Energia, aos seus Dirigentes Superiores e a todos aqueles que pretendem implementar medidas de eficiência energética tendo em vista a redução de consumos e dando o exemplo junto do setor privado, assim como junto de todos os cidadãos, mas também com o intuito de reduzir os encargos do Estado com a fatura de energia”.

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