António Zambujo e Jacinto Lucas Pires fundem música e literatura em Alte…mas há muito mais

António Zambujo em palco, com o escritor Jacinto Lucas Pires, para uma fusão entre Literatura e Música, é o ponto […]

António Zambujo em palco, com o escritor Jacinto Lucas Pires, para uma fusão entre Literatura e Música, é o ponto alto do primeiro dia do Fusos – Festival de Fusões Artísticas, que decorre na aldeia de Alte, no interior do concelho de Loulé, entre 1 e 3 de Junho.

Fusões entre Música e Literatura, entre Pintura e Dança e entre Música e Pintura, com a apresentação de projetos inovadores e criações intencionais para este conceito, preenchem um cartaz eclético nas várias abordagens artísticas e que se estende pelos sete palcos espalhados pela aldeia (Fonte Grande, Fonte Pequena, Pólo Museológico, Casa do Povo, Horta das Artes, Escola Profissional e Queda do Vigário).

Pelo meio, será percorrido um itinerário surreal atrás do Andarilho de Alte, escultura sonora que percorre o caminho entre palcos e onde todos podem tocar nos vários instrumentos incorporados.

O primeiro dia, 1 de Junho, sendo o Dia da Criança, começa a pensar nos mais jovens, com a estreia do filme “Amanhã foi ontem”, um documentário que conta com a participação das crianças do ensino básico de Alte.

Seguem-se atividades de ciência com o Centro Ciência Viva do Algarve, a inauguração da exposição Perspetivas de Alte, com representantes dos 5 continentes a mostrar as suas visões de Alte.

A noite começa com o malabarismo/novo circo de The Gentlemad e continua com o concerto que junta, em palco, a música de António Zambujo , com a literatura de Jacinto Lucas Pires. O primeiro dia termina com o som do DJ António Pires.

Kumpania Algazarra

No segundo dia, 2 de Junho, há teatro com a irónica e hilariante peça O Lobo Vermelho, sátira sobre o imaginário em torno da história do Capuchinho Vermelho.

Segue-se Telamine, uma performance onde o artista Menau pinta um quadro com o pincel a emitir som, acompanhado pelos instrumentos de Paulo Machado.

Maestro d’Água é um concerto com vários músicos dentro da Fonte Pequena, enquanto Fado Líquido junta a guitarra portuguesa de José Alegre com o som de sonoplastia da água circundante.

À noite, Asas de Sonhos é uma fantástica ilusão visual de dança aliada à pintura, com Alice Duarte dentro de uma tela gigante, seguindo-se a festa imparável dos Kumpania Algazarra. Tudo fecha com os disco vinil de Discossauro.

No domingo, 3 de junho, há lançamento do álbum dos Migna Mala, com direito a projeção do filme do álbum, e muita dança, primeiro com a oficina do Grupo de Danças Tradicionais da Juventude Altense, em Alte, e Segue o Baile, depois com as danças tradicionais europeias de Pelivento.

A encerrar estes três dias de festival há Fusada, num percurso até à Queda de Água do Vigário, que acolhe Luís Peixoto, com a sua folk eletrónica.

O Fusos decorrer todos os dias a partir das 14h30, sendo que todos os eventos têm entrada livre.

Fusos é uma organização Fungo Azul, com o apoio do Município de Loulé e da Junta de Freguesia de Alte.

 

Veja como foi o Fusos, no ano passado…e inspire-se para este ano!

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