Câmara de Lagoa lança Prémio Municipal Maria Barroso no Dia da Mulher

O Prémio Municipal Maria Barroso vai ser lançado pela Câmara de Lagoa a 8 de Março, Dia Internacional da Mulher. […]

O Prémio Municipal Maria Barroso vai ser lançado pela Câmara de Lagoa a 8 de Março, Dia Internacional da Mulher.

Este prémio, que é uma iniciativa inscrita na atividade do pelouro para as questões de igualdade, género e cidadania,, recentemente criado por aquela autarquia, vai ser anunciado pelo presidente Francisco Martins, pouco antes do início do debate “Questões de género: fraturantes ou estruturantes?”.

O debate, que vai decorrer no Auditório Municipal de Lagoa, entre as 18 e as 20h00 do mesmo dia 8, conta com participações de duas mulheres e dois homens: Isabel Bartal Abílio é socióloga e deputada no cantão de Zurique (Suíça), mas viveu a sua infância e juventude em Lagoa. Capicua, que fora do palco se chama Ana Matos Fernandes, é rapper, socióloga e feminista. Fernando Anastácio é deputado pelo círculo do Algarve à Assembleia da República . A moderação está a cargo de Luís Castro, jornalista da RTP e apresentador do programa “sociedade Civil”.

Antes, durante a tarde de dia 8, terá lugar um espetáculo de Capicua no Centro de Congressos do Arade, numa oferta especial aos estudantes do concelho de Lagoa.

Mas as comemorações do Dia Internacional da Mulher, em Lagoa, começam já este domingo, 4 de Março, tendo o programa início no Convento de S. José, com música de Ensemble “Les Violons d’Alienor”, grupo de música de antiga do Conservatório Superior de Música Pôle Alienor de Poitiers, França.

No dia 7, o convite é para descobrir um livro e uma conversa com a sua autora Maria Helena do Carmo, na Biblioteca Municipal.

«Em 2018 o mundo assinala sete décadas da Declaração Universal dos Direitos Humanos; Portugal aprova uma Estratégia Nacional para a Igualdade e Não Discriminação; Lagoa, Algarve declara-se Cidade Educadora, elegendo a educação como causa prioritária do governo local. É neste contexto que o Município de Lagoa propõe entre 4 e 8 de março as comemorações do Dia Internacional da Mulher, reforçando um investimento já reconhecido e premiado nas áreas da igualdade de género e cidadania», explica a autarquia, em nota de imprensa.

Em 2018, a ONU volta a apelar para “que o Dia Internacional da Mulher seja uma oportunidade para levantar a voz para todas as mulheres reclamar os seus direitos”.  Por seu lado, a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável indica um caminho: “não deixar ninguém para trás”. E defende os direitos humanos como “alicerce para todo o progresso.”

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