Algarve acolhe formações sobre bactéria que afeta a oliveira e outras espécies

Dar a conhecer melhor a bactéria Xylella fastidiosa e o seu potencial nocivo para algumas espécies vegetais de grande valor […]

Dar a conhecer melhor a bactéria Xylella fastidiosa e o seu potencial nocivo para algumas espécies vegetais de grande valor económico, entre as quais a oliveira, é o objetivo das formações que a Direção Geral de Alimentação e Veterinária vai promover em Faro e Tavira, nos dias 19 e 20 de Março, respetivamente.

As ações terão lugar nas instalações da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve (Drapalg). As inscrições estão abertas e podem ser feitas até 13 de Março, através do email formacao.especializada@dgav.pt. Cada uma das sessões tem um limite máximo de 22 participantes, que serão selecionados por ordem de inscrição. A participação é gratuita.

Com esta iniciativa, que contará com a presença da formadora Clara Serra, de técnicos da Drapalg e de um elemento do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, pretende-se, desde logo «os participantes de conhecimentos sobre a situação atual de Xylella fastidiosa na UE, hospedeiros, sintomas e vias de transmissão com vista à realização de prospeções em plantas hospedeiras», segundo a Direção Regional de Agricultura e Pescas.

Dar competências aos agricultores para identificar e fazer a colheita de potenciais vectores da bactéria, ensinhar-lhes sobre «os procedimentos de colheita, acondicionamento e codificação de amostras em diversos hospedeiros e de potenciais vectores», bem como dar a conhecer os procedimentos de comunicação e articulação com as entidades oficiais, são outros objetivos da formação.

A ação dirige-se a técnicos das associações de produtores, responsáveis técnicos de Garden Centres, de empresas de jardinagem e dos espaços verdes das Câmaras Municipais.

Cada sessão terá uma componente teórica em sala e outra prática, em cenário real, em olival e áreas urbanas. Os participantes deverão trazer consigo «sacos de plástico, folhas de jornais, etiquetas autocolantes, tesoura de poda simples ou extensível, frasco com álcool e canetas à prova de água cor preta».

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