Isilda Gomes: «Votação tão expressiva obriga-nos a ter ainda mais atenção aos portimonenses»

«Uma votação tão expressiva na nossa candidatura obriga-nos a ter ainda mais atenção aos portimonenses, a ser mais assertivos, a […]

Isilda Gomes

«Uma votação tão expressiva na nossa candidatura obriga-nos a ter ainda mais atenção aos portimonenses, a ser mais assertivos, a ouvir cada vez mais os portimonenses», disse Isilda Gomes, em declarações ao Sul Informação, depois de este domingo ter voltado a ganhar a Câmara de Portimão, garantindo ainda maioria absoluta.

«Ganhámos em todas as mesas», acrescentou a autarca socialista. «É muito gratificante sentir que os portimonenses confiam em nós», sobretudo «perante a campanha difamatória a que fomos sujeitos. Estes resultados demonstram que as pessoas nos conhecem bem e não se deixam levar por conversas», salientou ainda Isilda Gomes.

Tendo Portimão registado uma das maiores taxas de abstenção do Algarve (58,84% dos eleitores não foram votar), a presidente da Câmara reeleita exortou os portimonenses a «esforçar-se por ter uma participação cívica mais ativa».

«Há de facto algum alheamento, sobretudo por parte dos mais jovens, e isso deve-nos obrigar a refletir e a trabalhar para cativar o voto dessa geração», concluiu Isilda Gomes.

O Sul Informação falou ainda com José Pedro Caçorino, que era o cabeça-de-lista da coligação «Servir + Portimão» (CDS/PSD/MPT/PPM) e que apenas conseguiu eleger dois vereadores, no fundo, os mesmos obtidos em 2013, quando CDS e PSD concorreram separados.

Caçorino admitiu que os resultados «não era de forma nenhuma» os esperados, já que a coligação estava «convencida que tinha condições para eleger um terceiro vereador».

Não querendo ainda fazer uma leitura completa, o centrista José Pedro Caçorino admite que as divisões internas do seu parceiro de coligação, o PSD, que levou, por exemplo, ao aparecimento da candidatura de antigos elementos dos social-democratas, mas sob a sigla do «Nós, Cidadãos!», «acabaram por nos roubar muitos votos».

Mas, concluiu, «foi o que o povo de Portimão escolheu e o povo quis».

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