Colégio Internacional de Vilamoura recolhe bens para ajudar vítimas dos incêndios

A comunidade escolar do Colégio Internacional de Vilamoura lançou uma campanha de recolha de bens de primeira necessidade para as […]

A comunidade escolar do Colégio Internacional de Vilamoura lançou uma campanha de recolha de bens de primeira necessidade para as vítimas dos incêndios que assolaram o centro e norte de Portugal. A ideia é recolher vestuário, brinquedos e todo o tipo de utensílios usados no dia-a-dia, em casa, bem como móveis, colchões e equipamento de cozinha.

Os donativos vão ser aceites a partir de segunda-feira e podem ser entregues em dois pontos. No próprio Colégio Internacional de Vilamoura, os que quiseram ajudar podem entregar «roupa e calçado de criança e adulto, pijamas e roupa interior de criança, toalhas, lençóis, material escolar, brinquedos e utensílios de cozinha.

Os que quiserem oferecer «móveis, colchões, cobertores e equipamentos de cozinha», deverão dirigir-se ao Atelier dos Tecidos, junto à EN125, na Bacelada (Loulé).

O material angariado será posteriormente distribuído no terreno, em articulação com os municípios de Oliveira do Hospital, com o Corpo Nacional de Escutas de Santa Comba Dão e a Fundação Aurélio Amaro Diniz, «com a brevidade possível», segundo o colégio.

«Movidos pela certeza de que cada gesto individual se traduzirá nos outros, colaboradores e famílias do CIV mobilizam-se para de levar às famílias das zonas afetadas muito carinho, coragem e bens que os ajudem a retomar as suas vidas», segundo a diretora pedagógica do Colégio Internacional de Vilamoura, Cidália Ferreira Bicho.

Até porque, apesar de o Algarve ficar geograficamente longe das zonas afetadas, está, muitas vezes, perto, no que toca às relações humanas.

«A minha cidade, o meu concelho, viveu na madrugada de domingo para segunda um verdadeiro pesadelo. O fogo transformou o concelho num manto cinza e levou com ele vidas, bens e histórias. Não consigo ficar indiferente à dor da minha gente beirã, que diariamente me chega na voz de familiares e amigos. A famílias que perderam tudo, absolutamente tudo, resta-lhes a esperança, a força e a ajuda de todos para começar de novo», ilustrou Catarina Vaz, Encarregada de Educação no CIV, natural de Oliveira do Hospital.

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