80 mil vestiram Loulé de branco na despedida do Verão (com fotos)

80 mil pessoas vestidas de branco, 200 performers e 40 espetáculos musicais fizeram da Noite Branca de Loulé «um enorme […]

Foto: CM Loulé

80 mil pessoas vestidas de branco, 200 performers e 40 espetáculos musicais fizeram da Noite Branca de Loulé «um enorme êxito». O evento que marcou a despedida do Verão, no passado sábado, reuniu «uma verdadeira multidão» nas avenidas, ruas, ou praças do centro urbano da cidade louletana.

Segundo a Câmara de Loulé, os participantes «foram surpreendidos com propostas originais que envolveram o público, proporcionado momentos de pura descontração a quem se encontra de férias mas também a todos os residentes, do barlavento ao sotavento algarvio».

De entre os vários pontos de animação, a autarquia destaca a atuação dos The Gift que «constituiu, sem dúvida, um dos momentos altos da festa que cobriu Loulé de branco».

A autarquia conta que «entre o Largo do Monumento Engº Duarte Pacheco e o Largo Gago Coutinho, uma plateia imensa assistiu “ao vivo e a branco” à voz e presença em palco de Sónia Tavares, vestida de preto, a contrastar com o tom predominante da noite. ”Gaivota”, do projeto Amália Hoje, “Fácil de Entender” ou alguns temas do novo trabalho da banda de Alcobaça foram ecoados no mesmo palco onde, uma hora antes, a algarvia Viviane teve uma convidada muito especial a seu lado: Simone de Oliveira, com uma interpretação a duas vozes da emblemática “Desfolhada”».

No encerramento deste palco estiveram os sons eletrónicos dos Karetus.

A música foi uma constante da Noite Branca, «dos ritmos mais chill out como foi o caso da Orquestra de Jazz do Algarve ou do projeto A-Mar, ao Hip-Hop de Valas e dos MGDRV, ao rock da Rockestra que trouxe a Loulé que alguns clássicos da sétima arte, à original música suspensa com os músicos a tocarem pendurados num slide, e muita eletrónica com os DJs a convidarem o público a participar numa discoteca improvisada no meio da calçada».

Foto: CM Loulé

Em termos de animação, a fantasia saiu à rua «com performances verdadeiramente mágicas, numa noite em que a imaginação não teve limites», diz a Câmara de Loulé.

Pendurado num balão gigante, um bailarino/trapezista deu o mote para o arranque da Noite Branca, ao mesmo tempo que acontecia uma largada de pombas brancas.

Uma fanfarra anunciava a festa, enquanto que um grupo de mimos vestidos de licra branca e preta dançava ao ritmo da disco sound.

«Bailarinas com vestidos iluminados, peixes gigantes, figuras do Star Wars, medusas, borboletas, bobines gigantes, bonecos articulados iluminados na fachada no Mercado Municipal, um desfile de modelos inspirados na Roma Antiga e muito mais numa noite inesquecível para quem veio a Loulé», acrescenta a autarquia.

Para Vítor Aleixo, presidente da Câmara Municipal de Loulé, a Noite Branca encerrou da melhor forma o Verão. «Esta iniciativa voltou a ser um enorme êxito, respondendo da melhor forma às imensas expectativas que o público tinha. Estou convicto que estes milhares de pessoas ficaram muito satisfeitos com o que viram e com tudo o que puderam experienciar de diferente e que torna a Noite Branca de Loulé única no contexto nacional», sublinhou o autarca.

Vítor Aleixo realçou o importante contributo desta noite para a dinamização da economia local, sobretudo em termos dos espaços de restauração e cafés da cidade. «É também a pensar nos nossos comerciantes e empresários da área da restauração que fazemos um programa de animação de verão nas localidades do Concelho que culmina nesta noite. É com grande satisfação que constatamos que, depois de um verão muito concorrido e forte para toda a região, o comércio teve aqui mais uma oportunidade para gerar importantes receitas», afirmou.

Por último, o presidente da Câmara deixou ainda uma nota para a segurança, cada vez mais um fator a ter em conta na realização de eventos. «Numa noite com casa cheia não houve qualquer incidente de registo o que manifesta também o trabalho de preparação levado a cabo pelas forças de segurança, em estreita colaboração com a organização», conclui Vítor Aleixo.

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