Projeto EURES quer aumentar o emprego transfronteiriço entre Algarve e Andaluzia

O aumento do emprego transfronteiriço, eliminando os obstáculos à mobilidade, é um dos objetivos do projeto EURES Transfronteiriço Algarve – […]

O aumento do emprego transfronteiriço, eliminando os obstáculos à mobilidade, é um dos objetivos do projeto EURES Transfronteiriço Algarve – Andaluzia, que foi lançado, nos passados dias 9 e 10 de Fevereiro, em Huelva.

Os serviços do EURES transfronteiriço Andaluzia-Algarve serão prestados na Oficina de emprego física que vai funcionar como um balcão único de informações, na Escuela de Hostelería de Islantilla, em Espanha.

«A oficina virtual do projeto consistirá numa plataforma web em que se disponibilizará todas as informações relacionadas com o mercado de trabalho de ambas as regiões, incluindo a legislação laboral» e questões «sobre as condições de vida», explica o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Durante as jornadas, onde foi lançado este programa, os grupos de trabalho estabeleceram outros objetivos do projeto para este primeiro ano como «estruturar a rede de colaboração entre parceiros no âmbito do EURES Transfronteiriço, envolvendo os parceiros sociais» e «produzir os instrumentos de diagnóstico e monitorização da mobilidade de trabalhadores transfronteiriços Andaluzia-Algarve».

Daqui, considera o IEFP, «poderá vir a resultar na criação de um observatório permanente do emprego, tendo as universidades um papel fundamental». Tanto a necessidade de «lançar as bases da intermediação laboral» como  fomentar o «recrutamento ao nível transfronteiriço» foram outros dos objetivos delineados.

Este projeto tem como promotores o Servicio Público de Empleo Estatal (SEPE), de Espanha, e o seu homólogo de Portugal: o IEFP.

Os parceiros, do lado espanhol, são a Diputación de Huelva através do serviço Europe Direct, a Confederação de Empresários da Andaluzia (CEA), a Federação de Empregadores Huelva (FOE), a Confederação Sindical de Comissões de Andaluzia (CCOO) dos trabalhadores e a Universidade de Huelva (UHU).

Do lado português, o projeto conta com a parceria da Associação Odiana, entidade que gere alguns projetos europeus nos municípios do Baixo Guadiana, da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), da Associação de Comércio e Serviços do Algarve (ACRAL), da União Geral de Trabalhadores do Algarve (UGT-Algarve), da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses Nacional Intersindical (CGTP-IN) e da Universidade do Algarve (UAlg).

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