Climáximo: 6 contratos já foram, faltam os outros 9 no Alentejo, Oeste e Beira Litoral

O movimento Climáximo saúda, em comunicado, «o cancelamento dos contratos da Portfuel e da Repsol /Partex no Algarve», mas assinala […]

Sessão esclarecimento petróleo Faro_3O movimento Climáximo saúda, em comunicado, «o cancelamento dos contratos da Portfuel e da Repsol /Partex no Algarve», mas assinala que «há mais 9 contratos para exploração de petróleo e gás, em terra e no mar, em todo o litoral português desde o Porto até Sagres, e na Batalha e em Pombal».

O movimento defende que «é preciso cancelar todos estes contratos e avançar imediatamente para o fim da utilização de fósseis no país, à imagem do que está a ocorrer em vários outros locais do planeta».

O Climáximo salienta que «estes cancelamentos não teriam sido possíveis sem a determinada e ininterrupta mobilização de vários movimentos locais, no Algarve e não só, que colocaram com total clareza a questão do petróleo e gás em contraposição à vida e à economia das populações, além da questão óbvia das alterações climáticas que ameaçam não apenas à escala local, mas à escala global».

O movimento considera que «a decisão do governo é positiva, mas em nenhum momento será aceitável como moeda de troca para a prossecução das outras concessões: não nos enganamos acerca da força das empresas que possuem estas concessões catastróficas, mas é dever de qualquer governo defender as populações que o elegeram».

Por isso, sublinha, falta «cancelar os restantes contratos, no litoral alentejano, na zona Oeste e na Beira Litoral»

O Climáximo é um movimento pela justiça climática que está envolvido desde a sua fundação no combate à prospeção e exploração de combustíveis fósseis em Portugal e em todos os outros países.

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