Papelarias recuperam o 1º lugar como local de compra de material escolar

As papelarias são, este ano, o local favorito para as compras de regresso às aulas para 80% dos consumidores, diz […]

image004As papelarias são, este ano, o local favorito para as compras de regresso às aulas para 80% dos consumidores, diz um estudo do Observador Cetelem.

Ao contrário do ano passado, que registou uma preferência pelos hiper/supermercados, estes surgem agora na segunda posição (65%), seguindo-se as compras pela Internet (22%) e a venda direta/catálogo (2%).

De acordo com o Observador Cetelem, estas são as preferências das famílias com filhos em idade escolar e dos adultos que estudam, embora estes últimos tenham mais propensão para realizar as compras escolares através da Internet do que as famílias com filhos (30% contra 20%).

«A preferência dos consumidores pelas papelarias é um bom indicador para o comércio local. Pode significar que estes estabelecimentos se adaptam ao mercado e oferecem condições competitivas em relação às grandes superfícies. A atribuição de vouchers, a utilização de descontos e outras condições idênticas que favoreçam o cliente podem também incentivar os consumidores a optar por locais de compra como as papelarias», conclui Diogo Lopes Pereira, diretor de marketing do Cetelem.

As compras de material escolar são feitas maioritariamente num momento único pelas famílias com filhos em idade escolar (59%).

Já os adultos em formação académica optam por ir comprando o que necessitam ao longo do ano (65%).

Em relação ao momento de compra, quase metade dos consumidores prefere iniciar as compras para o regresso às aulas com duas semanas de antecedência (46%), embora muitos as iniciem um mês antes (22%) ou apenas quando as aulas já começaram (15%).

Este estudo tem por base uma amostra representativa de 600 indivíduos residentes em Portugal Continental, de ambos os géneros e com idades entre os 18 e os 65 anos, aos quais foi aplicado um questionário estruturado de perguntas fechadas.

O inquérito foi aplicado em colaboração com a empresa de estudos de mercado Nielsen, entre os dias 13 e 18 de maio, apresentando um erro máximo de +4,0 para um intervalo de confiança de 95%.

Comentários

pub