Adalberto Alves faz contextualização histórica da Feira Medieval de Silves

O poeta, escritor, ensaísta, arabista, historiador, conferencista e jurista português Adalberto Alves foi o responsável pela contextualização histórica da edição […]

Adalberto AlvesO poeta, escritor, ensaísta, arabista, historiador, conferencista e jurista português Adalberto Alves foi o responsável pela contextualização histórica da edição de 2015 da Feira Medieval de Silves.

«Dedicado, desde há muito, aos temas associados à cultura muçulmana, Adalberto Alves foi mais um dos voluntários que se quis associar ao evento, colaborando de forma graciosa», salienta a Câmara de Silves, em nota de imprensa.

Nascido a 18 de julho de 1939, em Lisboa, Adalberto Alves licenciou-se em Direito pela Universidade Clássica de Lisboa.

Recebeu formação musical, tendo no seu currículo cursos ligados a instrumentos como o violino ou a guitarra clássica e, ainda, formação como tenor.

Esta paixão pela música levou-o a contactar com nomes importantes do panorama musical português, como António Lopes Graça, ou Amália, para quem escreveu algumas letras.

Também se interessou pelo cinema, tendo frequentado um curso de Realização orientado por António Cunha Telles. O ambientalismo motivou, igualmente, o seu envolvimento em diversas associações ecologistas.

Advogado de profissão, ingressou nos quadros do Banco Pinto & Sotto Mayor, tendo aí sido diretor dos Serviços Jurídicos.

Em 1979 publicou o seu primeiro livro de poesia e nos anos 1980, interessou-se pelo estudo da Civilização Árabe, paixão que mantém viva e que, em 2008, levou a UNESCO a atribuir-lhe o Prémio Internacional Sharjah para a Cultura Árabe.

O Município de Silves «agradece a sua generosa contribuição, que muito contribuiu para o enriquecimento da XII Feira Medieval de Silves».

Tal como explicou Rosa Palma, presidente da autarquia silvense, em entrevista à Rua FM/Sul Informação, «este ano, apostámos numa vertente mais artística e cultural, em que se procura criar um ambiente místico, sensual, de romantismo, e não só aquilo a que as pessoas estão habituadas, da parte bélica e da luta».

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