Ir ao Promontório de Sagres é uma das 50 coisas a fazer antes de morrer para revista americana

Ir ao Promontório de Sagres é uma das 50 coisas a fazer na Europa antes de morrer, para a revista […]

promontório de sagresIr ao Promontório de Sagres é uma das 50 coisas a fazer na Europa antes de morrer, para a revista norte-americana «Condé Nast Traveler», uma das mais conceituadas revistas de viagens do mundo.

O objetivo, segundo o autor da entrada sobre Sagres, é «estar no fim do continente» europeu. «Sagres é um posto avançado varrido pelo vento, situado numa longa península na ponta mais sudoeste de Portugal», descreve.

Esta descrição do jornalista da «Condé Naste Traveler» tem a ver com o Promontório de Sagres, embora seja ilustrada com uma fotografia do vizinho Cabo de S. Vicente. Mas, como tudo se situa bem pertinho, presume-se que o jornalista americano queria, na realidade, referir-se a toda a zona de Sagres.

«Durante muito tempo associado à época dos Descobrimentos, quando marítimos corajosos se lançaram à descoberta de novas rotas comerciais nos oceanos longínquos, a vila ainda mantém faróis que vigiam as profundas águas azuis», acrescenta a Condé Nast americana.

Hoje, uma «nova audácia» invade a zona, com os «surfistas a lutarem contra ondas de 15 pés, que surgem do Atlântico».

A visita à ponta de Sagres e ao Cabo de S. Vicente não é, contudo, o único destino em Portugal sugerido nesta “bucket list”/”lista de coisas a fazer na Europa antes de morrer” da revista de viagens. A outra coisa a fazer é um passeio por Lisboa…curiosamente um texto ilustrado com uma fotografia de Cascais.

Entre as propostas desta lista de 50 locais europeus a visitar ou coisas a fazer, contam-se sugestões como «ser arrebatado pelo Ballet Bolshoi de Moscovo», «comer trufas na Umbria», «saltitar nas pedras da Calçada dos Gigantes», na Irlanda do Norte, «assistir ao Grande Prémio do Mónaco», «beber uma cerveja (ou cinco) em Praga», «um passeio de “black taxi” pela zona dos Troubles de Belfast», «fazer compras no Grande Bazar de Istambul», «comer ostras na Croácia» ou «assistir a um espetáculo de flamenco na Andaluzia».

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