FOTOGALERIA: Interrompidas buscas aéreas do piloto da avioneta que caiu ao mar em Sagres

As buscas aéreas do piloto e único tripulante da avioneta que se despenhou esta sexta-feira a cerca de duas milhas […]

As buscas aéreas do piloto e único tripulante da avioneta que se despenhou esta sexta-feira a cerca de duas milhas a Sul do Porto da Baleeira, em Sagres, já cessaram, com o cair da noite, mas os meios marinhos deverão manter-se no local, durante a noite, «a bater a zona», embora com menor intensidade.

«Assim que houver luz, os meios marítimos irão retomar a busca e salvamento em pleno, mas já não irá ser empregue o meio aéreo que, ainda assim, ficará de prevenção e será utilizado se houver algum indício que o justifique», revelou ao Sul Informação o major Paulo Mineiro, da Força Aérea Portuguesa, entidade que está a coordenar as operações.

O homem desaparecido, após a queda do avião Cessna que tripulava no mar, está a ser procurado desde pouco depois das 11 horas, mas ainda não foi localizado. Até agora, apenas foram encontrados pedaços da fuselagem e de um motor, mas a cabine da avioneta continua desaparecida.

O alerta de que tinha caído um avião foi dado pela embarcação de pesca «Adriano José», hoje, cerca das 11 horas. Segundo o relato que os tripulantes do barco de pesca fizeram às autoridades marítimas, o avião estava a voar a baixa altitude e acabou por se despenhar no mar. Na altura, estava instalado um forte nevoeiro. Ainda assim, quando as buscas começaram, o nevoeiro já havia dissipado, segundo o major Paulo Mineiro.

A zona onde o avião caiu tem «entre 20 a 25 metros de profundidade», o que «possibilita a utilização de mergulhadores, caso haja indícios fortes» da presença de destroços. «Mas isso é apenas uma hipótese, para já», disse o oficial da Força Aérea.

O avião que caiu no mar, um Cessna 152 (dois lugares), partiu do Aeródromo Municipal de Portimão, entre as 10h00 e as 10h15, e ter-se-á despenhado por volta das 11 horas, ao largo de Sagres. Nele, seguia apenas o piloto, um homem de 74 anos, da Mexilhoeira Grande, em Portimão, emigrante no Canadá.

 

Fotos de: Armindo Vicente

 

 

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