Pedro Abrunhosa e muito mais no Auditório de Olhão até março

Pedro Abrunhosa vai estar no Auditório Municipal de Olhão (AMO) no dia 22 de março e encerrará a programação do […]

Pedro Abrunhosa vai estar no Auditório Municipal de Olhão (AMO) no dia 22 de março e encerrará a programação do primeiro trimestre do ano nesta sala de espetáculos.

A Câmara de Olhão anunciou esta semana as atividades previstas para o espaço cultural, que incluem não só música, mas também teatro, revista à portuguesa, exposições de escultura e dança.

Já no próximo sábado, dia 12, o AMO recebe, às 21h30, o espetáculo «Alexandra recorda Amália». No mesmo dia, mas às 18h30, será inaugurada a exposição de escultura de Aníbal Ruivo «Uma Vida de Arte», que poderá ser vista no Foyer do espaço cultural olhanense até dia 28 de fevereiro.

A habitual proposta mensal do AMO para os mais novos em janeiro de 2013 será a peça «A Bela e o Monstro», que será apresentada a 26 de janeiro, às 16 horas.

Em fevereiro, a primeira proposta do mês é a revista à portuguesa «Não há euros P’ra Ninguém», encabeçada por Octávio Matos, que é também o ator principal do espetáculo. Esta iniciativa está agendada para o dia 2, às 21h30 e conta ainda com as intérpretes Natalina José e Anita Guerreiro, entre outros.

Para os mais pequenos, a proposta de fevereiro vai para o espetáculo de flamenco «As Aventuras de Kiko», a ter lugar a 23 de fevereiro, às 16 horas.

Em março, além do concerto de Pedro Abrunhosa, que decorre no dia 22 às 21h30, está prevista a inauguração de nova exposição de escultura, desta vez de Henrique Dentinho. Inauguração que acontece a 16 de março e será precedida, às 16 horas, pelo musical infantil «Mestre André».

A apresentação da programação do AMO em janeiro é um hábito que vem sendo instituído pela Câmara de Olhão, mas em 2013, ao contrário de outros anos, apenas foi divulgada a programação do primeiro trimestre do ano.

Uma situação que, segundo o vice-presidente do Município de Olhão e vereador da Cultura António Pina, está ligado «à conjuntura do País e a forma como ela se manifesta nos orçamentos camarários», nomeadamente a nova Lei dos Compromissos.

O autarca assegura, no entanto, que ser-lhe-á dado seguimento e a devida apresentação pública. Foram encontradas soluções alternativas para a programação deste primeiro trimestre 2013, «das quais se destacam as parcerias com os artistas e produtores», possibilitando que nestes três meses o Município e a Fesnima não paguem qualquer cachet.

«Não obstante, julgamos que mantivemos a mesma qualidade artística de sempre», referiu o autarca, na brochura de apresentação desta programação.

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