Via do Infante rendeu 19 milhões de euros de portagens às Estradas de Portugal

As portagens na Via do Infante (A22) renderam à empresa Estradas de Portugal (EP) 19 milhões de euros, entre janeiro […]

As portagens na Via do Infante (A22) renderam à empresa Estradas de Portugal (EP) 19 milhões de euros, entre janeiro e novembro deste ano.

Esta foi também a antiga SCUT que mais tráfego perdeu, nos primeiros nove meses do ano (janeiro a setembro), com uma quebra  de 49%, em relação ao mesmo período de 2011, ou seja, antes da introdução de portagens (8 de dezembro de 2011).

Segundo dados revelados pela EP, as sete antigas SCUT renderam àquela empresa mais de 156 milhões de euros nos primeiros 10 meses do ano.

A concessão que mais contribuiu para este montante foi a da Beira Litoral e Alta/A25 (33,5 milhões de euros), seguindo-se a Beira Interior/A23 (22,1 milhões), da Via do Infante/A22 (19 milhões) e da Interior Norte/A24 (13 milhões).

Só nestas quatro autroestradas, todas portajadas desde 8 de dezembro do ano passado, a EP arrecadou 87,6 milhões de euros.

No que diz respeito às antigas SCUT onde as portagens foram introduzidas em outubro de 2010, a concessão da Costa de Prata rendeu 26,2 milhões de euros, enquanto a A28/Norte Litoral gerou 22,6 milhões e a concessão Grande Porto representou 19,9 milhões.

No que diz respeito ao tráfego automóvel nas antigas SCUT, além da quebra record de 49% na Via do Infante, também houve descréscimos acentuados na Beira Interior (A23) e Interior Norte (A24), ambas com uma redução de 35%, e na Beira Litoral e Alta (A25), com uma quebra de 26%.

Por seu lado, as antigas SCUT nortenhas, portajadas desde outubro de 2010, sofreram dimiuições do tráfego de 7% no Norte Litoral, 6% na Costa de Prata e 5% no Grande Porto.

Dados que levam a EP a considerar que, na quebra verificada nas cinco ex-SCUT onde as portagens foram introduzidas há um ano, cerca de 7% corresponde à «descida conjuntural e não ao efeito de aplicação de portagens».

Os dados divulgados pelas Estradas de Portugal apenas se referem aos montantes arrecadados em portagens pagas pelos utilizadores das autoestradas, não adiantando qual o montante dessa verba que é paga às concessionárias.

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