Carlos Rafael Lopes é o novo presidente do Cineclube de Faro

Carlos Rafael Lopes é o novo presidente do Cineclube de Faro, sucedendo assim a Anabela Moutinho.  Na Assembleia Geral ocorrida […]

Carlos Rafael Lopes é o novo presidente do Cineclube de Faro, sucedendo assim a Anabela Moutinho.  Na Assembleia Geral ocorrida no passado dia 26, foi eleita a nova direção do Cineclube mais antigo do Algarve, e um dos mais antigos, com atividade ininterrupta, do país, com a importante novidade da mudança da presidência.

Sócio desde 1998, Carlos Rafael Lopes pertenceu à direção do CCF entre 2000 e 2007 e agora, após breve interregno, volta para presidir aos destinos da prestigiada associação cultural algarvia.

Com 33 anos de idade e sendo bolseiro de investigação no Centro de Biomedicina Molecular e Estrutural da Universidade do Algarve, Carlos Rafael Lopes tem tido uma intervenção ativa e dinâmica no meio cultural e académico farense, o que em muito irá contribuir para a renovação e rejuvenescimento do Cineclube.

Nessa mesma medida, convidou Joana Costa, 30 anos, igualmente bolseira de investigação, no Centro de Ciências do Mar e Ambiente da citada Universidade, e ativa presença em vários projetos culturais de Faro, como a Associação Cultural ArQuente ou a Rádio Universitária do Algarve, além das sessões do Cineclube de Faro. O seu interesse pelo cinema é igualmente atestado pela frequência do Mestrado de Cinema da Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa.

Carlos Rafael Lopes convidou ainda João Madeira, 35 anos, licenciado em Engenharia do Ambiente e coordenador de projeto. Integra igualmente os corpos dirigentes da Associação Almargem, com sede em Loulé, onde reside atualmente, embora seja natural de Faro. A sua ligação ao Cineclube de Faro é antiga pois sempre foi frequentador regular das respetivas sessões e atividades.

A direção é completada por Ana Lúcia Correia, 50 anos, professora do ensino secundário na Escola João de Deus, e Anabela Moutinho, 52 anos, igualmente professora do ensino secundário e que cumprirá, neste presente mandato de 2 anos, o seu último enquanto dirigente do CCF, na perspetiva de esta ser uma direção de transição que apoie os novos elementos nos meandros, vastos e complexos, das várias dimensões que a atividade do Cineclube de Faro exige.

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