GAC Sotavento entrega contratos para projetos de um milhão aprovados pelo PROMAR

  O Grupo de Ação Costeira (GAC) do Sotavento Algarve entregou, na passada sexta-feira, em Olhão, oito contratos a promotores […]

 

O Grupo de Ação Costeira (GAC) do Sotavento Algarve entregou, na passada sexta-feira, em Olhão, oito contratos a promotores de projetos ligados ao mar nesta zona do Algarve, no âmbito do Eixo 4 do PROMAR.

O ecoturismo na Ria Formosa ou a aquisição de uma embarcação de transporte de areia foram duas das candidaturas apoiadas.

Os projetos aprovados, num investimento de 1.020.730,69 euros, beneficiam de um apoio a fundo perdido na ordem de 462.600,10 euros. O Ecoturismo da Ria Formosa – aquisição de uma embarcação para passeios na Ria Formosa, uma candidatura de Olhão, custa mais de 31 mil euros, sendo cerca de 19 mil euros financiados.

A Quarpesca, de Quarteira, apresentou um projeto que pretende reforçar a segurança, rapidez e higiene da descarga do pescado. A designada descarga automática de pescado custa quase 28 mil euros e é comparticipada na totalidade.

A aquisição e adaptação de uma embarcação de transporte de areia, com o objetivo de fazer a manutenção dos viveiros da Ria Formosa, custa cerca de 62 mil euros e tem comparticipação de cerca de 40 mil euros.

A recuperação e valorização de um edifício do século XV associado à pesca, em Tavira, com um custo total de 600 mil euros, terá uma participação de 200 mil euros, enquanto o posto de turismo na Ria Fomosa, um projeto do concelho de Faro, tem como objetivo potenciar a vertente comercial da empresa fornecendo melhor informação acerca dos locais visitados. Custa 9 mil euros e tem uma participação de cerca de 5.000 euros.

A Formosamar, de Faro, vai desenvolver um posto de turismo de natureza no Parque Natural da Ria Formosa, cujo custo total é de 16 mil euros, sendo cerca de 9.000 euros comparticipados.

Outro posto de turismo e divulgação de agendas de turismo de natureza, em Faro, terá os mesmos custos e valores de comparticipação.

Já a criação de uma atividade marítimo-turística em Olhão, com intenção de fazer visitas às aquiculturas em offshore ou serviços de pesca submarina terá um custo de 256 mil euros, tendo a participação de mais de 150 mil euros.

A entrega formal destes contratos foi feita pelos membros do órgão de gestão do GAC do Sotavento, que tem, até 2013, um total de cerca de 3 milhões de euros disponíveis para apoiar projetos ligados ao mar.

Neste momento, com cerca de 500 mil euros aprovados, tem uma taxa de execução de 13 por cento.

O vereador da Câmara de Olhão e membro do órgão de gestão, António Camacho, elogiou os projetos aprovados, referindo que «assinalamos da melhor forma o primeiro ano de gestão do GAC, com investimento importantes para o setor das pescas».

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